domingo, 22 de outubro de 2017

Coisas de escritora

Dessa vez, o post é para conversar.

Sei que ando sumida dos papos gerais, e às vezes até inbox demoro para responder. Desculpem. É muita coisa para fazer, mesmo-mesmo. No entanto, imagino que interesse a vocês o que estou escrevendo.

Então, vamos lá:

1. O quarto livro de "Uma geração. Todas as decisões." Depois de um tempo em que andou bem travado, agora está progredindo. Chega a ser estranho ler o que escrevi no tempo do "travado". Fico pensando se fui eu ou algum clone pouco inspirado. Enfim, estou arrumando o que precisa ser arrumado e escrevendo em frente. O livro vai bem, obrigado. Só não foi batizado ainda. Simplesmente não consigo encontrar um título para o novo filhote.

Esse é o meu Bobby.
Bem com essa carinha!
2. Um conto bem legal para todo mundo que estava com saudade de Bobby, o caçula Melbourne. Ele vai encontrar uma coisa bem especial.

3. Olho do Feiticeiro, o livro que está morando no Wattpad. Aliás, teve capitulo novo hoje, está neste link. Foi uma delícia escrever este capítulo. Tudo fluiu e se encaixou direitinho. Não é sempre que acontece!

Parece pouca coisa, mas não é. Na verdade, é um bocado de gente morando dentro da minha cabeça!

Ah, sim: o primeiro a ficar pronto será o do Bobby. Aguardem para breve!




quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Maravilhas do Mar: Polvos da Antártida

O polvo Adelieledone polymorpha, uma das novas espécies, em foto divulgada pelos pesquisadores.Os polvos da Antártida sobrevivem em temperaturas abaixo de zero, algo que sempre intrigou os cientistas. Em temperaturas negativas, o oxigênio demora a ser transportado e chegar até os tecidos. Traduzindo, esses polvos não deveriam nem estar vivos, muito menos se alimentando e se reproduzindo em condições tão hostis.



Climatologia GeográficaRecentemente, surgiu uma pista para essa resistência tão fora do comum: um pigmento azulado em seu sangue. É a hemocianina, uma proteína ligada ao cobre (a hemoglobina de nosso sangue é proteína ligada ao ferro). Pode parecer pouco - a troca de um metal por outro - mas, em termos evolucionários, é algo próximo a uma revolução. Esse sangue à base de cobre permite que os polvos sobrevivam em temperaturas congelantes.

Nos polvos que vivem em mares mais quentes, a proporção de hemocianina é muito menor; essa diferença na composição do sangue ajuda a explicar o motivo de espécies diferentes de polvos viverem em ambientes tão distintos - desde os mares gelados da Antártida até o calor aconchegante da Grande Barreira de Corais da Austrália.



Mais informações:
https://climatologiageografica.com/sangue-azul-ajuda-polvos-da-antartida-a-sobreviver/#ixzz3WDIIPZ9f
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/07/cientistas-descobrem-novas-especies-de-polvos-na-antartida.html