quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Maravilhas do espaço: Nebulosa do Caranguejo


Na semana passada, o assunto foi a Mão de Deus, um binômio nebulosa + pulsar, resultado da explosão de uma estrela.





Vamos a mais uma destas maravilhas cósmicas: a Nebulosa do Caranguejo. Localizada na constelação do Touro, a 6.500 anos-luz da Terra, a luz da explosão da supernova que a originou foi vista em 1054, e registrada pelos chineses.



Pulsar central: tem apenas 20 km de diâmetro, e gira à impressionante velocidade de 30 vezes por segundo. Emite grandes quantidades de radiação. Algumas vezes, os astrônomos registraram aumentos inexplicáveis na radiação gama e no brilho do pulsar. Um dos motivos prováveis é a "juventude" deste evento, ainda instável astronomicamente falando.
Aumento súbito da luminosidade do Caranguejo

A nebulosa: com cerca de 11 anos-luz de diâmetro, expande-se a uma velocidade de 1.500 quilômetros por segundo. Os filamentos brancos, cor de rosa e cobre são os restos da estrela sendo empurrados para cada vez mais longe do ponto original da explosão da supernova. O fundo azul é resultado da luz emitida por elétrons de alta energia lançados pelo pulsar.

 O pulsar no coração do Caranguejo é o pontinho central. Esta imagem combina informações ópticas o Hubble, em vermelho, e imagens de raios-X do Observatório Chandra.
Curiosidade: o pulsar da Nebulosa do Caranguejo fornece um forte sinal periódico e tão regular de raio-X que é utilizado como parâmetro de calibração na astronomia de raios-X.

Fontes: diversos sites, em especial AstroPT. Imagens da internet.

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