segunda-feira, 30 de outubro de 2017

O tempo anda confuso

Não sei como funciona essa coisa de "tempo" com vocês, mas, para mim, está meio confuso ultimamente.

Devido ao acúmulo de atividades com trabalho formal, editora, novos lançamentos da editora, escrever meus próprios livros e ainda tirar uma folguinha pra conviver com a família, o neto e fazer aquela coisa meio fora de moda  chamada "viver", esse tal de tempo anda passando de um jeito estranho. Vou ser sincera: ia dizer que "acho", mas a verdade é que tenho certeza de que ele está me sacaneando. Em alto estilo!

O blog ficou meio de lado, confesso. Agora, retomei os posts sobre as Maravilhas do espaço, do mar e da natureza, assuntos que gosto demais. Falam ao meu coração e falam dos meus personagens porque, cada vez que faço um sobre o mar, penso nos Cisne e nos Melbourne. Quando os posts são sobre espaço e estrelas, sorrio pensando no que os astronautas já viram por aí. E a natureza, bom, essa faz parte de tudo.

Retomada a parte das maravilhas, hora de ir para os posts sobre resenhas, brutalmente atrasados também. Atrasadas uns meses, pensei. E, quando fui ver, fiquei pasma. Ou, como a gente diz aqui no Sul, "me caíram os butiá do bolso", bem assim, sem concordância gramatical alguma.


Olhem só a lista:


- resenhas de Cisne - a última foi postada em 16 de maio de 2016. Coisa pouca. Um ano e meio atrás;








- resenhas de Guardião? - empatando com Cisne. A última foi em 16 de abril de 2016;



- resenhas de Linhagens - a recordista em desaparecimentos. A última foi em 12 de dezembro de 2015;






- resenhas de Talismãs - só lá no site de resenhas. Nem chegaram aqui;




- resenhas de Ruiva? - uma lá, perdida, em 11 de novembro de 2015;






- resenhas de Herdeira? - uma só, novinha, feita pela Ana Paula, do blog Livros de Elite. Considerando os atrasos gerais aqui, é óbvio que não foi postada ainda.


Então...
A partir da próxima semana começarei a puxar essas resenhas do fundo do baú, ou do fundo da lista de coisas a fazer, o que dá no mesmo.

Se você resenhou um desses livros e a resenha não apareceu no blog, me mande o link novamente, só para garantir. Tenho uma lista, mas nunca se sabe.

Se você é parceiro, já resenhou um dos títulos veteranos e quer resenhar um dos novos, me avise pelo e-mail.

Vamos colocar essa série pra funcionar, minha gente!

Beijos!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Maravilhas do espaço: obra de arte cósmica

Há 1.700 anos, uma grande estrela explodiu, criando algo que, visto da nossa perspectiva, é uma maravilha cósmica: o binômio pulsar-nebulosa denominado "Mão de Deus".

Imagem com raios-X de baixa energia
O pulsar, uma estrela de nêutrons que gira em torno do seu eixo emitindo quantidades fabulosas de radiação, é o que restou da estrela. Na imagem, aparece como o ponto luminoso no "pulso". Tem apenas 18 km de diâmetro. Para comparar, a Terra tem 12.742 km de diâmetro. Nosso Sol tem 1.391.400 km, ou seja, o pulsar é um nanico cósmico perto dele.

A nebulosa, gerada junto com o pulsar quando a estrela explodiu, tem 150 anos-luz de extensão e, vista pelo Observatório Espacial Chandra, assemelha-se a uma gigantesca mão. A imagem azul é o desenho feito por raios-X de baixa energia. A parte vermelha, na ponta dos dedos da mão, é outra nuvem de gás.

Imagem com raios-X de alta energia
Recentemente, uma nova foto desta região do espaço foi tirada pelo NuSTAR, um telescópio que registra raios-X de alta energia. A imagem ficou ainda mais impressionante e a semelhança, ainda mais incrível.

Observação: essa nebulosa tem o aspecto de mão apenas se vista de nossa localização no espaço. Ou seja, se for vista de qualquer outro ponto, de qualquer outro ângulo, certamente parecerá algo bem diferente.

Fontes: sites de astronomia diversos, em especial AstroPT.


domingo, 22 de outubro de 2017

Coisas de escritora

Dessa vez, o post é para conversar.

Sei que ando sumida dos papos gerais, e às vezes até inbox demoro para responder. Desculpem. É muita coisa para fazer, mesmo-mesmo. No entanto, imagino que interesse a vocês o que estou escrevendo.

Então, vamos lá:

1. O quarto livro de "Uma geração. Todas as decisões." Depois de um tempo em que andou bem travado, agora está progredindo. Chega a ser estranho ler o que escrevi no tempo do "travado". Fico pensando se fui eu ou algum clone pouco inspirado. Enfim, estou arrumando o que precisa ser arrumado e escrevendo em frente. O livro vai bem, obrigado. Só não foi batizado ainda. Simplesmente não consigo encontrar um título para o novo filhote.

Esse é o meu Bobby.
Bem com essa carinha!
2. Um conto bem legal para todo mundo que estava com saudade de Bobby, o caçula Melbourne. Ele vai encontrar uma coisa bem especial.

3. Olho do Feiticeiro, o livro que está morando no Wattpad. Aliás, teve capitulo novo hoje, está neste link. Foi uma delícia escrever este capítulo. Tudo fluiu e se encaixou direitinho. Não é sempre que acontece!

Parece pouca coisa, mas não é. Na verdade, é um bocado de gente morando dentro da minha cabeça!

Ah, sim: o primeiro a ficar pronto será o do Bobby. Aguardem para breve!




quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Maravilhas do Mar: Polvos da Antártida

O polvo Adelieledone polymorpha, uma das novas espécies, em foto divulgada pelos pesquisadores.Os polvos da Antártida sobrevivem em temperaturas abaixo de zero, algo que sempre intrigou os cientistas. Em temperaturas negativas, o oxigênio demora a ser transportado e chegar até os tecidos. Traduzindo, esses polvos não deveriam nem estar vivos, muito menos se alimentando e se reproduzindo em condições tão hostis.



Climatologia GeográficaRecentemente, surgiu uma pista para essa resistência tão fora do comum: um pigmento azulado em seu sangue. É a hemocianina, uma proteína ligada ao cobre (a hemoglobina de nosso sangue é proteína ligada ao ferro). Pode parecer pouco - a troca de um metal por outro - mas, em termos evolucionários, é algo próximo a uma revolução. Esse sangue à base de cobre permite que os polvos sobrevivam em temperaturas congelantes.

Nos polvos que vivem em mares mais quentes, a proporção de hemocianina é muito menor; essa diferença na composição do sangue ajuda a explicar o motivo de espécies diferentes de polvos viverem em ambientes tão distintos - desde os mares gelados da Antártida até o calor aconchegante da Grande Barreira de Corais da Austrália.



Mais informações:
https://climatologiageografica.com/sangue-azul-ajuda-polvos-da-antartida-a-sobreviver/#ixzz3WDIIPZ9f
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/07/cientistas-descobrem-novas-especies-de-polvos-na-antartida.html