domingo, 25 de janeiro de 2015

Talismãs: quotes

O pessoal que acompanha o grupo está curtindo um quote de cada capítulo de Talismãs. Então, resolvi juntar aqui todos os quotes já publicados!

Ah, não sabia do grupo? Este é o link. Sinta-se muito bem-vindo a bordo do Cisne!

Capítulo 1:

– Então agora eu tenho que dizer aos Senhores de Merine o que Merine faz?! – explodiu Peggy. – Tenho que explicar ao Senhor de Krilin o que sua Casa faz?! Que é que está acontecendo aqui?!
– Calma, menina – o doutor Don segurou-a de leve pelos ombros. – Eles apenas levam muito mais tempo para compreender isso que você percebe tão espontaneamente. É o seu dom. Muitas vezes, vai dizer a eles o que está se passando com forças que eles deveriam compreender, não você.
– Mas não devia ser assim!
– Você está além das coisas que deveriam ser.



Capítulo 2:

– Ei, espere, todo mundo! – interferiu Teo. – O que há, Tom? O que não está certo, para você estar com essa cara? Por que não é para acordar Peggy? Aconteceu qualquer coisa com ela?!
– Ah, acontecer, aconteceu, mas nem pense em me perguntar o que foi porque não faço ideia! Ela chegou com umas roupas esquisitas e rasgadas, chorando feito uma desesperada! Se enfiou no quarto, me mandou embora aos gritos, nem parecia Peggy! Daí papai ligou pra dizer que ela tinha fugido do Comando e que não era pra mexer com ela, porque tinha gente do Comando a caminho pra se encarregar! E daí me aparecem duas figuras da nossa idade! A garota se meteu lá no quarto com Peggy e o cara ficou comigo, dizendo que a irmã dele era sensitiva como Peggy e que estava tudo bem! Não consegui arrancar uma palavra dele sobre o que tinha acontecido com Peggy! E vocês metidos em cinema e lanches descansados! Eles saíram faz meia hora! Se vocês tivessem chegado mais cedo, podiam ter me ajudado a conseguir alguma explicação! A garota disse que Peggy estava dormindo e era pra deixar dormir, e estava com uma cara que dava até pra pensar que toda a família de Peggy tinha acabado de morrer!
– Por que não mandou o velho atrás da gente?! – protestou Teo. – Você sabia onde estávamos!
– Porque aquele velho infernal SUMIU!


Capítulo 3:

A parte compreensível do mundo terminava precisamente ali.
As perplexidades começavam por Peg enfrentando [...] com tanta fúria que tinha atirado todo mundo para o chão, continuavam no surto raivoso da sensitiva mais fofa que conheciam, prosseguiam animadamente com o curandeiro da lente e com Peter todo arrebentado e, quanto a encerrar, bem, ninguém considerava qualquer perplexidade encerrada, porque ninguém, nem mesmo da ala adulta, tinha conseguido qualquer explicação sobre todo aquele tumulto.
Miqi e Shela, os Senhores de Slara, haviam sido os primeiros a chegar. Mesmo da Terra, podiam perceber quando havia confusão em sua Casa. Logo depois deles veio tio Paul, visivelmente alterado, tanto que tinha ido embora num estouro de luz incompatível com um dos melhores transportadores do grupo. Em seguida, houve um despencamento sequencial de pais e mães aflitos, cada um checando nervosamente se os respectivos filhos estavam inteiros. Sim, garantiram os jovens. Estavam inteiros. Assustados, mas inteiros!


Capítulo 4:

– [...] Agora até que faz sentido, mas, na hora, parecia... Sei lá. Parecia muito...
Absurdo? Impossível? Inacreditável? Fantástico? Havia uma dezena de palavras semelhantes que encaixariam bem, mas, com um sorrisinho que precisou ser pequeno diante de tantos problemas e feridos, Vivi completou:
– ... Parecia muito Peggy.
Foi a origem de uma epidemia de sorrisos entre os jovens do treinamento mental. Peggy era a Madame Confusão, e fazia total justiça ao apelido. Aprontava tais e tantas no treinamento, e as tais e as tantas eram tão malucas, que os amigos não encontravam mais palavras para definir os fatos e feitos daquele ciclone de olhos azuis. Até que um dia o calmíssimo Andres, exasperado, tinha gritado que era para ter cuidado, porque Peg tinha feito mais uma coisa muito... Peggy! A expressão ficou: Peg fazia coisas muito Peggy! E, quando Peg fazia as tais coisas muito Peggy, como incluir Rip e Su no treinamento, havia o equivalente a um alerta geral no grupo. A Madame Confusão NUNCA deixava por menos! Rip e Su tinham sido o caos na vida de todos eles. Um tipo maravilhoso de caos, mas caos mesmo assim!


Capítulo 5:

– Quer apostar?
– Quero! Você não me conhece, seu Fogueirinha! - protestou Pam.
– Está feito: eu digo que eles vão botar para correr o primeiro pretendente sério que você tiver!
– Eu digo que, se eles tentarem isso, eu é que meto todos eles pra correr!
– Feito! – Jean estendeu a mão para selar o acordo. – Vou contar com sua honestidade para não trapacear, Pam, porque não vou estar perto para ver!
– Não vou precisar de qualquer trapaça pra ganhar essa! – Pam tinha ímpetos de gritar só de pensar nos irmãos se metendo na sua vida. – Estamos apostando o quê?
– Se eu ganhar, sei muito bem o que quero! – Jean sorriu, malicioso.
Pam corou. Depois do beijo, na Ilha das Focas, Jean havia se mantido sempre próximo, mas Pam não abrira brechas. O beijo tinha sido interessante; no entanto, Jean estava com eles o tempo todo e Pam percebeu bem depressa que tudo podia acabar em um tremendo mal-entendido. Peggy tinha razão. Aquela não era uma boa política com irmãos adotivos, nem com amigos muito chegados.
– Um beijo, Pam. Um beijo bem apaixonado, sem Giles para atrapalhar! E você?
– Quero um beijo, também – encarou Pam. – Mas, se eu ganhar, você vai dar o beijo em Tim!



2 comentários:

  1. Eleonor, vc realmente quer nos matar não é?
    Estou super ansiosa agora.

    Bjos! :D

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  2. Uia! Não mato nem personagem, vou matar leitora agora, rsrsrs?!
    Beijos, Thais. Talismãs está quase-quase!

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