terça-feira, 30 de setembro de 2014

E lá se foi setembro...

... E, junto com ele, 3/4 do ano.

Minha teoria pessoal é a de que, até agosto, o tempo se comporta e os dias passam um a um. Quando entra setembro, tudo se torna um caos! As semanas passam como dias e o mês parece ter encerrado depois de uma semana, dez dias. A partir de agora, os dias escoam cada vez mais rápido, sem que eu possa ver para onde foram.

Outubro está aí. É hora de pensar no que preciso organizar para o Natal. Natal?! dirá você, espantado. O Natal está muito longe! Naaaaão, asseguro eu. Está ali do lado, bem pertinho! E, quando eu menos esperar, estará aqui, na minha porta! É hora, por exemplo, de pensar no agrado para o neto fofíssimo! Cada um dos filhos tem uma meia de Natal primorosamente bordada. O neto não pode ter menos! E quanto demora pra bordar uma meia de Natal daquelas show? Siiiiim! Dois meses, mais ou menos!

Parece muito tempo? Que nada! Porque existe família, trabalho, jardim, livros, gatos, cachorros...


Ah, sim, mencionando livros!



Cisne está impresso para sua última revisão antes da segunda edição.

Talismãs está em processo adiantado de revisão.

O Olho do Feiticeiro precisou esperar um pouco, no meio desse tumulto todo.

Alguém aí tem 3/4 de ano pra me emprestar?!

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Cisne - Resenha!

Como manda a tradição,
resenha de Cisne = imagem de golfinhos!
A de hoje é a da parceira Roberta Gouvêa, do blog Livros e Cores. Avaliação 5/5 - Cisne, o livro "veterano" de Uma geração. Todas as decisões. continua arrebatando corações!

Queria escolher uma frase só da resenha, mas acabei adorando duas! Resenha completa neste link.

"O melhor desse livro é que nós nunca sabemos o que irá acontecer. Não tem um tempo pré-determinado ou uma linha a ser seguida. É completamente imprevisível. No Cisne, nada é o que parece. Preparem-se para grandes surpresas e boas risadas.

Recomendo o livro àqueles que gostam de livros com narrativas simples, mas com um grande enredo. Onde pode-se ficar aflito junto com os personagens e, ao mesmo tempo, dar risadas das peripécias deles. Assim como os personagens, o livro é muito mais do que parece!"

Roberta, muito obrigada! Tomara que logo apareça uma vaga para Linhagens, na tua lotada agenda de leituras!


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tem maneira melhor de começar o dia?!

Hoje de manhã, bem cedinho e na correria, dei uma olhada rapidinha no Face. E eis que me encontro marcada num post da querida parceira Ju Xavier, do blog Entre Palcos e Livros. E não era um post qualquer! Para minha enorme satisfação, estou entre as [Top 3] Autoras Nacionais da Ju!

Ju, é muita alegria pra uma escritora só!
É muito orgulho para o Cisne e toda a sua tripulação!

domingo, 21 de setembro de 2014

Lapidando o texto (com direito a quotes de Talismãs)


Hoje, postei no Face que existe escrever o texto, revisar o texto, modificar o texto... Mas também existe outro trabalho, muito mais minucioso, que se chama "lapidar o texto". 

"Lapidar o texto" não é mudar. É polir, ajustar detalhes, arrumar uma única palavra da fala dos personagens... É ler uma cena ou diálogo e dizer a si mesma "ok, é isso, está certo, podia ficar assim... Mas pode melhorar! Está faltando algum tempero aqui. Uma detalhe. Um tanto a mais do jeito do personagem. Alguma coisa. Sei lá."

É ficar escrevendo e reescrevendo uma frase até que a tal "alguma coisa" surge no texto, arrancando um sorriso e a certeza de que, ahá, é aquilo mesmo! Não é escrever complicado. Ao contrário, é simplificar, tirar os excessos, deixar só o que realmente importa!

Talismãs, o terceiro livro de Uma geração. Todas as decisões. está neste processo. É lento em algumas partes, muito veloz em outras... Mas, no geral, muito gratificante!

E aí surgem frases como:

Henry suspirou profundamente.
– Não há boas guerras, Lis, mas algumas podem ser piores do que as outras. E, se eu for obrigado a ser mais claro do que isso, significa que vocês se envolveram em riscos ainda maiores do que os atuais.


Ou textos como (tá, sei que o Henry se mete em tudo, mas fazer o quê? É o jeito dele...):

Henry chamou os dois filhos para o mesmo lado, para poder olhar os dois juntos.
– Numa conversa com Tim, Leonard Janson foi mencionado. Eu reagi de uma maneira que fez Tim rir e dizer que o homem impressionava até mesmo a mim, seu valente papai. Com quantas pessoas vocês já me viram impressionado?
– Eu acho que nenhuma – disse afinal Teo, porque Henry ficou calado, esperando a resposta.
– Houve uma – lembrou Tom. – Justamente o doutor Carl, pai do doutor Leonard. Quando ele veio nos visitar, o senhor estava impressionado com ele de um jeito que, bom, me impressionou, apesar de eu ser um pirralho. Nunca esqueci. Mas era um tipo completamente de se impressionar do que esse que o senhor está falando agora.
– Certo, Tom, o doutor Carl Janson foi um dos homens que mais me impressionou na vida. E certo, Ted, ninguém mais me impressiona da forma que o doutor Leonard impressiona. O doutor Carl era um homem a ser admirado. Leonard Janson é um homem a ser temido.
– Temido – conferiu Teo. – O que ele pode fazer além de nos prensar, pai? Depois da prensa de Cornel, lá em Rivan, estamos bem imunes a isso!
– Cornel respeita regras, mesmo que sejam as dos rodapés dos regulamentos. Leonard Janson não respeita regra alguma. Os fins justificam quaisquer meios que se mostrem necessários, e o mundo que arrede do caminho.


Ou então, mostrando que voltaremos ao Cisne no terceiro livro:


Peggy tinha se instalado diante da janela de onde se viam os esguichos de baleias, estava cantando com as baleias, e estava pintando baleias.
Houve um momento em que Jean se deu por vencido, largou suas coisas e foi ver como ela conseguia transformar borrões de tinta em baleias fantásticas, que pareciam a ponto de espirrar água em alguém.
As baleias também fizeram sucesso entre os Melbourne, quando vieram engolir apressadamente o almoço. Havia dezenas de aquarelas grudadas nas paredes da sala de leme, formando um painel magnífico. Todas as baleias lá de fora pareciam estar ali. De longe, de perto, uma, diversas, grandes, pequenas... Havia também uma sequência de seis aquarelas, mostrando o nascimento de um filhote de baleia-de-ferro, uma coisa certamente jamais vista e muito menos filmada. No entanto, parecia curiosamente... correto. Até a cor do filhote, um branco de madrepérola.


Ou uma explicação como esta, que tanto vocês quanto os Melbourne queriam há um tempão...

Peggy esboçou o primeiro sorriso da manhã.
– Obrigada, gente. Obrigada mesmo. Bom, sobre as minhas mudanças de humor, que estão deixando vocês tão preocupados. Não precisam se preocupar, não estou pirando. É que... Resumindo, é que, por causa da sensibilidade, minha vida no Comando de Espaço não é fácil. Eu sou a melhor sensitiva deles. Sou o monstrinho que, entre outras coisas, pressentiu o acidente da base Ariel. Por minha precisão e alcance, eu era uma espécie de coringa do Comando de Espaço... Até que tia Grace e tio George morreram, e daí eu fiquei péssima, e não queria mais usar sensibilidade alguma pra coisa nenhuma, pronto, foi isso. Quando vim pra cá, há dois anos, não queria ser sensitiva, não queria ter sensibilidade, não queria nem pensar em sensibilidade. Queria me enfiar no buraco mais fundo do mundo e não sair nunca mais de dentro dele. Tia Doris e tio Henry não me conheciam, mas souberam do que estava acontecendo: a melhor sensitiva do Comando de Espaço estava pirando. Então, eles se ofereceram pra tomar conta de mim.
Aí todos os filhos viraram para os pais, que apenas continuaram ouvindo, em silêncio.
– De acordo com eles, no Cisne eu teria o sossego necessário pra me recuperar. Vocês seriam uma excelente companhia, eles garantiram. Dispensaram a pouca tripulação convencional que o Cisne ainda tinha pra nada me perturbar...
Os jovens mais uma vez se olharam. Estava certo! Tinham se tornado a tripulação oficial do Cisne poucos dias antes de Peggy chegar!
– ... Devem lembrar a primeira viagem do Cisne, depois que vim morar com vocês. Passamos quatro meses em alto mar, sem atracar em porto algum, sem contato com nenhum outro barco. Isso foi a fase mais crítica da minha recuperação perturbando a rota de vocês.

Bom, enfim... Escritora trabalhando muito por aqui! E logo, eu espero, vocês verão o resultado! :D


sábado, 20 de setembro de 2014

Sistema Solar: tudo está conectado!



Do mais grandioso ao menorzinho,
todos fazemos parte do mesmo Universo!

O vídeo abaixo é sensacional,
tanto do ponto de vista técnico
(você nunca viu o Sistema Solar assim!)
quanto filosófico.
Eu concordo.
"Life is vortex, not just rotation."

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Atualizando as leituras

Como nem lembro mais a ordem em que li os livros, vão por ordem alfabética.

1. As Crônicas de Kira - Georgette Silen - Giz Editorial, 150 páginas de muita ação, aventura e personagens fortes. Kira, a princesa das Amazonas, foi treinada a vida inteira para cumprir a missão que recebeu dos deuses. Neste primeiro livro, ela inicia sua jornada repleta de inimigos inesperados, perigos por todo o lado, superação e muita coragem. E sabem o que é mais espantoso? Não tem mocinho nessa história. Só uma amazona espetacular! Cadê o resto, Georgette?!


2. Código dos Mares - Os Contos do Tempo - Suzy Hekamiah - Editora Literata - 109 páginas. O mundo criado por Suzy é tão rico em história, mitos e lendas que exige uma leitura calma e atenta, para nenhum detalhe ser perdido. Não leia com pressa! Meu exemplar tem alguns problemas de revisão, mas Suzy garantiu que isso já foi resolvido. :)

3. Fábulas do Anoitecer - Georgette Silen - Giz Editorial, 168 páginas. Problemas aqui para escrever, porque nem sei de qual conto gostei mais. A Princesa de Mangaleão é o que defino como fantasia delicada, linda e fofa. O Anel e a Pérola Solitária entra na mesma categoria. Tecnologia junto com Merlin e Excalibur? Só a Georgette pra juntar tudo isso e ficar excelente. E tem mais diversos um tanto ou quanto... aterrorizantes? Gostei de ter lido algumas dessas fábulas durante o dia. Ah, sim. Parabéns pelo seu Nick Flamel. E me mantenha longe da Menina dos Fósforos...

4. Garnet - Labirinto de Sombras - Anne Lanes - Novos Talentos, 260 páginas. Bem, acredito que a pior parte de um pesadelo é acreditar que ele pode se tornar realidade, e a pior circunstância é quando o tal pesadelo se repete noite após noite... É com este pesadelo que Anne nos apresenta Lina, a protagonista da história. É uma garota quieta e retraída que, após poucas páginas, vai descobrir que é capaz de muito mais do que alguma vez imaginou. Um novo mundo, herança de seus pais, vai se abrir para ela e para o irmão Nicholas, mas é um novo mundo cheio de perigos e desafios. Ah, e tem dragões! Lindos e de verdade! Mas tem uma coisa que não entendi: por que Garnet?

5. Instituição para Jovens Prodígios - A Seleção - L. L. Alves - Biblioteca 24 horas, 310 páginas. Mais fantasia! Esta começa da forma menos fantasiosa possível: Lara, uma carioca de 17 anos, inteligente e CDF, inscreve-se em provas de âmbito mundial para uma escola que aceita apenas alunos muito especiais (leia-se gênios). Ela passa em terceiro lugar e vai para a Inglaterra, deixando no Brasil seu melhor amigo/namorado Lucas. Logo Lara percebe que a instituição não é tão convencional assim, porque, em lugares convencionais, pombos não falam com as pessoas... E, aparentemente, a instituição sem fins lucrativos não é tão inocente quanto parece. Neste primeiro livro, somos apresentados à Lara, sua família brasileira e seus novos colegas da instituição. Aguardamos ansiosos a continuação, Luene!

Observação: ouço tanto isso de "cadê a continuação" que me sinto maldosamente vingada quando digo aos outros, rsrs!

6. Lilliah Blü e a Profecia do Apocalipse - Flávio Oliveira, edição independente, 288 páginas. Primeira coisa, aspas no lugar de travessões. Diferente, na hora de ler. Mas não atrapalha. Sobre o livro, que tal você ser parte de um mundo que tem data marcada para terminar? A data está chegando e, por causa dela, o governo decidiu que nenhuma criança deveria nascer nos dezoito anos anteriores ao final programado do mundo. Lilliah é uma exceção. Nasceu depois do prazo final, mas seu pai é um competente químico e, através de uma vacina, faz sua filha parecer mais velha do que ela realmente é. A vacina precisa ser periodicamente reaplicada, o que exige intensa atenção. Mas mais atenção ainda precisa Lilliah em sua vida diária, pois precisa se comportar como se tivesse dezoito anos. O livro é em primeira pessoa, e podemos acompanhar Lilliah por dentro: uma menina de treze anos com todos os sonhos da idade, sem poder sonhar porque o mundo vai acabar; com todos os impulsos e vontades de treze anos, obrigada a viver como se tivesse dezoito; gostaria de ter amigos, mas seu segredo a força a viver isolada. E há, claro, com uma grande aventura pela frente, no seu mundo único, exótico e intensamente colorido. Aliás, parabéns ao Flávio. Conseguiu se colocar muito bem dentro da cabeça de uma garota de treze anos! Como foi que fez isso?!

7. Rosa Imortal - Tani Falabello - Editora Literata, 286 páginas. Tá, eu vou repetir: nem gosto de vampiros, ok?! Mas é tanta história boa envolvendo vampiros que, quando vou ver, é um livro de vampiro depois do outro! Aqui, Eileen, uma humana, tem a vida que batalhou para ter: é repórter, é agente secreta e tem um namorado que adora. Mas, como todo o livro que começa feliz, a vida destes personagens logo sofre uma enorme reviravolta, e Eileen se vê em uma nova realidade onde vampiros existem na forma de uma sociedade noturna, complexa e estruturada, onde a disputa pelo poder (político, vejam só! Não é poder vampírico!) é intensa, envolvendo conspirações, manipulações, mentiras e traições. É, certamente, uma história que prende do começo ao fim!

Ok, hoje era isso! :D



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Cisne - segue a diagramação...

Láááá atrás, no distante outubro de 2012, quando eu estava revisando a diagramação de Cisne para sua primeira edição - link para o post, se estiver curioso - falei pela primeira vez dos duendes embaralhadores de texto.

Várias vezes, depois, tive absoluta certeza de que os duendes andavam por perto de mim de novo.

Agora, eles vieram em bando. Geeente, que diagramação mais encantada!!! Sabem as linhas viúvas de que falei? Revisei uma vez. Tirei diversas. Sabia que outras tinham ficado. Na segunda revisão, me agarrei com elas, disposta a não deixar passar NENHUMA. E, quando peguei a terceira versão da diagramação - TCHARANS!!! - lá estavam as linhas viúvas descaradamente me olhando e rindo da minha cara! Fui conferir se elas tinham aparecido por alguma mudança feita e... Surpresa! Estavam lá desde a primeira versão! Pode?! Como aconteceu comigo, vou dizer que sim, pode. 

Com a ajuda dos duendes, é claro!

domingo, 14 de setembro de 2014

Quando escrevo...

Quando escrevo, tento escrever coisas que eu gostaria de ler. Ou seja, para mim é bem verdade que o escritor escreve primeiro para si mesmo!

É claro que, quando os OUTROS gostam do que escrevo, a boca vai lá nas orelhas de tanta satisfação. Andou (ainda anda, sei lá) correndo no Face uma corrente onde cada um marca seus livros nacionais preferidos. Cisne e Linhagens apareceram com frequência; cada uma das menções me fez sorrir e, de coração, agradecer!

Agora há outra dessas "correntes do bem" circulando. Esta é para escolher 10 livros que tenham realmente marcado o leitor. E eis Uma geração. Todas as decisões. aparecendo novamente, agora na lista do parceiro Paulo Cezar Pires! E isso é mais do que simplesmente GOSTAR. É MARCAR, é fazer diferença, é... Sei lá o que é. Mas olhem, é sensacional!!! Paulo Cezar, muito, muito, muito obrigada!!!

(Eu rindo feliz desde ontem, quando vi o post!)



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Cisne - segundo round da diagramação

A primeira revisão de diagramação foi para a Aline Benitez e voltou, agora para o segundo round. A batalha da vez é contra as desagradáveis linhas viúvas, resultado de parágrafos cortados no final ou começo das páginas. Teoricamente, bem fácil de resolver, né? Só aumentar ou diminuir uma linha! Pois é. Só que, na prática, não é tão fácil assim! Tem páginas que se recusam a ser mexidas e é uma ginástica conseguir uma linha a mais. Daí, aquela linha viúva fica acertada, mas cria mais meia dúzia nas páginas seguintes. Resultado: aumentar uma linha em uma página obriga a reduzir uma linha na página seguinte. Isso, é claro, quando o danado do parágrafo cortado não tem TRÊS criminosas linhas, feito esse aí abaixo! 

Se puxar o parágrafo uma linha para cima, de novo sobra uma linha na página seguinte. Então, ou tem que diminuir duas da página de cima e compensar depois, ou precisa aumentar uma linha (e empurrar tudo para a página seguinte) e compensar depois também.

O trabalho está progredindo, mas juro que não pensei que ia ser tão mão de obra assim! E olhem que a Aline é quase mágica nessa coisa de diagramação!

(Pode parecer bobagem, mas não é, não. Esses cuidados é que deixam os livros bonitos e agradáveis de serem lidos!)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Maravilhas do mar: geleiras em forma de onda

Vamos combinar que parece mesmo uma onda!
 
Lindas e exóticas, as geleiras em forma de ondas fazem a imaginação voar! Parecem verdadeiros tsunamis congelados, mas, na verdade, são geleiras azuis (o gelo azul se forma quando a água é congelada sem qualquer bolha de ar em seu interior) elevadas pelos movimentos das placas de gelo da Antártida.

Outro ângulo da foto acima, eu creio!





Como achei muito incomuns, resolvi compartilhar com vocês!

Bem, se fosse mesmo uma onda congelada, aqui congelou uma marola!

Este, com certeza, é o canto da esquerda da geleira anterior


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Maravilhas do espaço: NGC 7027

NGC 7027


Uma verdadeira joia do espaço, a nebulosa planetária NGC 7027 é pequena, densa e muito brilhante! Fica na constelação de Cisne, a 3.000 anos-luz, e foi descoberta em 1878 por Édouard Stephan, em Marselha. Apesar de ser bem estudada, não tem um nome popular. Quando visualizada por um telescópio comum, a NGC 7027 parece uma estrela branco-azulada.

NGC 7027 com outro filtro de cor

Esclarecendo: nebulosa planetária é uma nebulosa de emissão, isto é, ela é uma nuvem em expansão de plasma e gás ionizado expulsa quando a estrela, no fim de sua vida, se torna uma gigante vermelha. As nebulosas planetárias são cruciais na evolução química das galáxias, porque liberam para o meio interestelar metais pesados e outros produtos criados no núcleo das estrelas, como o carbono, nitrogênio, oxigênio e cálcio.

E, caso você nunca tenha pensado nisto, todo o carbono, cálcio, etc, do seu corpo, já foram uma vez parte de uma estrela...


domingo, 7 de setembro de 2014

Cisne - segunda edição!

No decorrer da semana que passou, recebi a primeira prova de diagramação de Cisne - 2a. edição. Está maravilhosa! Há poucos ajustes a fazer, mas, considerando o tamanho do meu estimado "monstrinho n. 1", o final de semana todo foi ocupado pela revisão da diagramação.

\o/  \o/  \o/

Até que enfim!!!
Olhem só a nova carinho do "filhote!"




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Maravilhas do mar: é um lençol? É um cobertor? É uma mantinha??

Mais uma vez, a Natureza atropela impiedosamente a escritora.

Como eu já disse outras vezes, nós, escritores de fantasia, criamos coisas que nos parecem completamente absurdas, puro fruto de nossa fértil imaginação. Não estou falando de vampiros, dragões, centauros, toda essa fauna que chega a ser quase comum nos livros. Estou falando de quando a gente quer imaginar uma coisa bem apavorante, um bicho assustador, e não quer se estender em detalhes tipo bocarra com quatro fileiras de dentes afiados como navalhas, do tamanho de um rinoceronte, escamas verdes e azuis, chifres, garras, o conjunto todo.

Uma parte de Uma geração. Todas as decisões. se passa no Império Atlante. É consequência da minha fascinação por mar e o motivo destes posts sobre Maravilhas do Mar.

Pois bem, eu PENSEI que tinha inventado um bicho-bandido. Não pretendo que meu bicho-bandido ainda não batizado seja inédito. É uma ideia tão simples que, certamente, já foi usada por aí. Eu não copiei o bicho, nem pesquisei, nem tinha ouvido falar. Simplesmente criei: uma criatura fina como um tecido que se movimenta ondulando. É preta e sorrateira; se enrola nos atlantes para roubar seu calor, sua força e sua vida.

Eu achei sinistro.

E nem por um momento pensei que seria obrigada a encarar a versão verdadeira do meu animal inventado! 

Mas eis o vivente aí na foto abaixo, feita por uma câmera da Petrobras em uma plataforma petrolífera no Golfo do México. Estavam checando o equipamento a 2.500 metros quando se depararam com a coisa em um tranquilo passeio.

Biólogos identificaram o lençol vivo como uma água-viva rara e enigmática, chamada de Deepstaria enigmatica (enigma das profundezas, eu creio). Ela é branca, mas tudo bem. Talvez seja a prima albina da que eu pensei que tinha inventado... Querem ver o bichinho se mexendo? Abaixo, o vídeo feito pela Petrobras! 

Querem saber? Continuo achando sinistro...


Fonte: http://climatologiageografica.com/o-que-e-essa-criatura-encontrada-no-golfo-do-mexico/