quarta-feira, 16 de julho de 2014

Para quem acha que eu sumi!

Eu sumi mesmo!

E vou continuar sumida!
Estou enlouquecida terminando um livro para a Bienal.
O danado, 
que era para terminar em cerca de 30.000 palavras, 
já está com 60.000. 
Cada minuto de folga vai para a escrita.

Só vou reemergir do exílio quando o livro estiver pronto.
Beijos e até lá!

(Não esqueci de vocês. Ao contrário, lembro todo o minuto!)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Joias do espaço


E são mesmo, não são?

Como pedras preciosas, as estrelas do aglomerado estelar aberto NGC 290 se apresentam de forma espetacular numa recente imagem capturada recentemente pelo Telescópio Espacial Hubble. Esse lindíssimo conjunto de estrelas se localiza a cerca de 200.000 anos-luz de distância da Via Láctea, na vizinha galáxia denominada Pequena Nuvem de Magalhães.

Um aglomerado estelar típico, se for jovem, contém menos estrelas e apresenta uma grande quantidade de estrelas azuis, que são as estrelas mais jovens. O aglomerado da foto possui centenas de estrelas e se espalha por cerca de 65 anos-luz. O aglomerado NGC 290 e outros similares são preciosos para os astrônomos, porque são laboratórios naturais para se estudar como estrelas de diferentes massas evoluem, uma vez que, em um aglomerado desses, todas as estrelas nasceram ao mesmo tempo.

Baseado em http://apod.nasa.gov/apod/ap140608.html

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Pode ser Física e Química... Mas é SINISTRO!

Meu filho mandou o primeiro vídeo, esse que está logo aí abaixo. Mostra o espantoso resultado da queima de tiocianato de mercúrio e dicromato de amônia. É o tipo de coisa que a gente olha, e fica procurando cadê o cara dos efeitos especiais. Parece coisa de filme de terror. Aí, fui bisbilhotar um pouco no Youtube, e encontrei mais dois vídeos do mesmo tipo muito legais, sendo que o último é um "Faça você mesmo sem os riscos de qualquer coisa com tiocianato no nome, porque tiocianato é um dos mais mortais venenos que existem"

Vídeo 1, o que despertou minha curiosidade:


Vídeo 2, monstro do deserto:


Vídeo 3, tutorial doméstico beeeeem legal! Se alguém fizer mesmo, filme e me mande! :D


domingo, 6 de julho de 2014

Alguém me dá uma ajudinha?

Tem gente que deve estar pensando que desisti de escrever, tão quieta que ando aqui no blog. São só posts de mar e espaço, e nada de livros. Aliás, a última vez que escrevi sobre livros, foi sobre livros dos outros que eu tinha lido, não sobre os meus. 

Então, resolvi contar uma historinha a vocês.


... Uma escritora (casualmente, eu) que só sabia escrever coisas ENORMES. Essa escritora tem uma amiga internética chamada Thais Turesso, do blog Viaje na Leitura. Amiga daquelas amigona mesmo. Aconteceu que essa amiga Thais desafiou a escritora dos escritos quilométricos a escrever um conto (conto = coisa curtinha, tá ligado?) para uma coletânea do Dia dos Namorados. Ela fez o convite uma semana, dez dias antes da data para o conto estar pronto, ou seja, 12 de junho. E tinha que ser uma coisa relativa à data, é evidente. 

E lá fui eu tentando escrever, descartando uma ideia depois da outra, porque não localizava nenhum par inspirador para o tal do conto.

E daí apareceu o par perfeito. E daí a escritora quilométrica começou a escrever. E daí o que era pra ser um conto curtinho começou a crescer, crescer, CRESCER! Alcançou fácil algumas milhares de palavras. O tal do conto não era mais conto.

Então a Thais me disse que não era possível que eu não conseguisse, porque a fulana, o beltrano e mais meia dúzia já tinham entregado os seus. Fiquei mordida e me apareceu uma ideia (juro que não sei de onde ela veio!) prontinha e acabada. Foi só sentar e escrever, e saiu um legítimo conto curtinho e legal que foi para a coletânea. Se ainda não conhece o conto, que se chama Fazer ou Não Fazer? , ele está no Widbook e o este é o link. Leiturinha rápida, dez minutos, só. Nem parece coisa de Eleonor.

Resolvido o problema da coletânea, concentrei minha atenção no novo monstro que havia criado (a Thais já está eleita como a madrinha do bicho). Empaquei numa parte em que sabia que iria empacar, mas isso já passou. Ele segue crescendo feliz e animado e, apesar de ter mais ou menos 30 dias de "vida", já tem 22.000 palavras - e ainda não está pronto.

Minha previsão é terminar em mais uma semana, no máximo. Antes, se puder, e pretendo poder.

É aí que entra a ajudinha, porque preciso de dois ou três voluntários que gostem de ler rápido e que tenham tempo para isso, porque a nova short story tem um problema: eu não consigo imaginar um título e uma capa para ela! E é pra ser ajuda rápida-super-rápida mesmo, tipo eu mando o PDF e espero as sugestões-respostas em dois ou três dias!

Alguém se candidata? Pode falar comigo inbox!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Criatura marinha lendária

Que não é uma serpente marinha, nem outro bicho "convencional" como ela.

A criatura em questão é esta da foto abaixo. 
E não, não é um enorme canudo de plástico! O nome do animal (?) é pyrosome gigante e na verdade não é um animal, mas sim uma colônia com milhares de tunicatas, um subfilo de animais marinhos que, isolados, já são bem estranhos.

Imagine então em grupo desse jeito! As colônias-tubo podem variar de alguns milímetros a 30 metros de comprimento.


Um pyrosome se movimenta deslizando nas camadas superiores e quentes do oceano. Puxam a água pra dentro do seu tubo e se alimentam de plâncton antes de jogar a água para fora.





A filmagem abaixo foi feita na costa da Tasmânia.
Se quer saber o que é um tunicata, eu pesquisei. Coloquei lá no fim do post! :)




Tunicata: animais marinhos peculiares, com poucas semelhanças com outros cordados (animais com tubo neural, aquilo que tem dentro da nossa coluna vertebral). Não possuem vértebras e se alimentam por filtração, através de uma faringe perfurada. Existem cerca de 2.000 espécies catalogadas, sendo que a maioria é séssil (estacionário, fixado no fundo do mar) na forma adulta. Podem ser solitários ou formar colônias. O corpo desses animais é coberto por uma túnica exoesquelética composta por uma proteína chamada tunicina (daí o nome do bicho)

Referência: http://divemag.org/pyrosome/