quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Resenha e dream cast!


Recebendo o prêmio de resenha mais rápida de Cisne, entre o envio do livro e a postagem da resenha, está o Luan, do blog Um Grande Vício Literário. Foi um verdadeiro recorde! Avaliação do Luan 4/5, resenha neste link.

"A escrita da Eleonor é bem divertida que até me deu um susto quando fui ler só umas horas, e já estava na página 221, a cada capítulo do livro um novo personagem. Os irmãos Melbourne são tão engraçados, uheuheue, dei várias risadas com Tim o mais brincalhão dos irmãos."

Dream cast pela Mayla, do blog Meu livro meu Tudo (link). Todo o dream cast está excelente. Meus favoritos? Henry e Lis, que estão perfeitos! E o Jean, puxa, definitivamente já tem cara... Não é a primeira vez que Rupert Grint surge como Jean!

LEMBRANDO: Linhagens na Amazon dia 30 de janeiro!



sábado, 25 de janeiro de 2014

Linhagens, conto, Wattpad, etc, etc...

Oi, gente!

Definitivamente, preciso me concentrar numa coisa por vez para que todas funcionem. No momento, são quatro projetos se entrechocando dentro da cabeça: (1) a ida de Linhagens para a Amazon, (2) a conclusão do conto que vocês estão acompanhando aqui, (3) o terceiro livro da série e, finalmente, (4) mais um projeto paralelo - outro "penduricalho" da série principal, como este conto. Não estou contando a eterna capa de Cisne (é, ainda não está resolvida) e Swan, ou seja, Cisne em inglês no Wattpad.

Então, desculpem-me os aflitos pelo conto completo na Amazon, mas o cérebro resolveu focar em Linhagens. Dos 47 capítulos, estou no 37. Vou terminar isso de uma vez e retirar ao menos um assunto da cabeça.

Fãs do conto, não se preocupem, ele está bem adiantado, tem mais um pedacinho dele no final do post. O que acontece é que preciso da cabeça sossegada para as palavras virem corretamente.

Wattpad - tem mais um pedacinho de Swan lá (link), para os curiosos em inglês. Aliás, mencionando o povo que lê e é fluente em inglês, vou precisar de um mega apoio de vocês: como vamos traduzir o nome do Ali? Porque vai ser colocar o Tim perto dele, e ele vai virar Aliaonde. Arthur vai precisar aguentar muita pegação de pé por causa do nome. Não posso perder a piada quando passar para o inglês! Vão pensando aí que eu vou pensando aqui.

Ah, sim, mais uma coisa: atualizei a página de parceiros hoje. Se o seu blog não está lá, se tem qualquer problema com o link, faça contato comigo.

Agora vamos à continuação do conto. Isso não pode mais ser chamado simplesmente de quote, rsrs! Mais uma vez, emenda certinho no final do texto anterior, ok?






Igualmente inacreditável era a reação de Harmon. A poucos dias de partirem rumo à Escola, ele estava mais insuportável do que nunca, resmungando e reclamando de tudo, como se somente agora tivesse compreendido que aprovação em Champ-Bleux significava vida na superfície! Sarad sem noção, decretou Steve para si mesmo, aborrecido. Que estava acabando com o seu não muito grande estoque de paciência!
O alerta piscou freneticamente no painel e o rapaz reduziu a aceleração mais uma vez. Se não fosse a programação, estaria novamente além da velocidade que pretendia. Ainda bem que tinha se lembrado do campo livre de Lagoa Pintada. Isso significava se afastar do mau humor de Harmon durante quase um dia inteiro!
O campo livre de Lagoa Pintada era um dos mais antigos da região e, atualmente, o mais animado e completo de todos. Campo livre significava que, por dez dias, a enorme área de lazer às margens da lagoa seria tomada pelas mais diversas formas de entretenimento. A grande estrela era o maior parque de diversões itinerante da Terra que, em seu tour pelo mundo, havia chegado à Lagoa Pintada. Portanto, o excelente campo livre estaria ainda melhor naquele ano! Além do parque e todas as suas atrações (a começar pela gigantesca montanha-russa), haveria competições esportivas, apresentações artísticas e todo o tipo imaginável de concurso e competição, desde adestramento animal até quem comia mais tortas em menos tempo. Artesãos e artistas independentes se misturariam a barracas de comidas típicas, heroicas professoras de Ensino Fundamental estariam lá com seus alunos, e Steve relembrou o ano anterior, quando ele e Harmon haviam encontrado toda uma turma de pequeninos chorando e fazendo o maior escarcéu. Harmon tinha simplesmente paralisado como não acontecia nem diante de um ataque renegado, sem saber o que fazer com crianças aos berros. Deixando o príncipe sarad encarregado do grupo, Steve não demorara mais do que cinco minutos para localizar a professora que procurava seus pimpolhos desaparecidos. Realizado o feliz reencontro, Harmon tinha assegurado que não colocaria mais seus pés no campo livre de Lagoa Pintada. Aqueles turbulentos superficianos eram muito diferentes das disciplinadas crianças sarads!
Silenciosamente, Steve agradeceu à pirralhada superficiana barulhenta. Graças a eles, teria o campo livre de Lagoa Pintada só para si, bem longe daquele sarad ranzinza!
Havia, claro, um pequeno bônus, que invariavelmente agradava a Steve.
Príncipe e Guardião não deviam nunca se separar, mas era óbvio que, em determinados momentos, isso acontecia. Para esses casos, a solução sarad era aumentar a vinculação entre eles com marcadores de direcionamento: pequenos discos negro e prata do tamanho de uma moeda que criavam um forte elo entre protegido e protetor. Quando se afastavam, um disco ficava com Harmon; outro, com Steve. E, se Harmon detestava crianças superficianas choronas, detestava ainda mais aqueles discos de direcionamento, que o atrelavam a Steve como se ele, o Herdeiro de Sarad, fosse um bebezinho incapaz de se defender sozinho. Harmon considerava os discos uma afronta à sua dignidade de guerreiro, mas não podia recusá-los. A responsabilidade de proteger era do Guardião; portanto, em momentos assim, as ordens eram do Guardião também, passando por cima da opinião do príncipe.
Eram os momentos em que Steve tinha o direito de dar ordens a Harmon, o Herdeiro de Sarad. Steve gostava daqueles momentos. De cada um deles. Porque, em cada um daqueles fugazes instantes, podia ser quem realmente era: alguém com autoridade para dar ordens à Linhagem de Sarad.
Por respeito ao último pedido feito por seu pai, havia abdicado desta autoridade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A gente vê o que quer ver...


... E isso não é aula de moral ou de filosofia, mas sim um comentário sobre um vídeo fabuloso que mostra como nossos olhos podem ser enganados. 

Olhem. Vale MUITO a pena!
Vão ficar bobos no final, aposto!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Resenha de Cisne, dream cast diferente e... A CONTINUAÇÃO DO QUOTE!

Nova resenha de Cisne: feita pela Natálie, do blog Nossos Mundos (link). Avaliação 4/5. Frase preferida:
" Cisne é um livro feito para todos os tipos de leitores - o que é admirável. É engenhoso, uma história bem montada, bem idealizada. Me surpreendeu realmente, não era o que eu esperava. A escrita da autora é excelente, o jeito com o qual ela conduz a história é diferente, divertido e original.
É um livro notável, afinal não é sempre que algo prende sua atenção desde um barco no meio do oceano, até o outro lado do Sol! "


Linhagens: revisão para a Amazon em andamento. Será que eu nunca consigo parar de revisar as coisas?! Estou no capítulo 24, ou seja, mais ou menos na metade.

Finalmente, a CONTINUAÇÃO DO QUOTE.
(Observação: esse texto encaixa exatamente no final do anterior. Sim, estou dando a vocês o começo do conto de maneira corrida. Como os pontos de corte estão difíceis, optei, hoje, por simplesmente pegar um pedaço de tamanho semelhante ao primeiro.)


Mortais em combate.
Qualquer resquício do sorriso torto de minutos atrás desapareceu.
Steve havia matado mais renegados do que podia lembrar. Se pudesse, exterminaria cada renegado do Império com as próprias mãos. Eles tinham matado seus pais e destruído sua família.
O rapaz percebeu que a paisagem passava excessivamente rápido e forçou-se a desacelerar. Bastava pensar em renegados e seu sangue fervia, o que acabava se refletindo na velocidade. Como a estrada vazia convidava a devaneios, programou a velocidade máxima que a moto deveria alcançar. Evitava acelerações involuntárias. E perguntas da fiscalização, também.
Decidido a não pensar nos pais, Steve concentrou-se em Harmon, seu príncipe emburrado. Harmon parecia decidido a nascer, viver e morrer dentro do seu Palácio guerreiro, sem sorrir ou demonstrar qualquer sinal de satisfação. As subidas periódicas à superfície eram uma imposição da Linhagem e, como tudo em sua vida, Harmon obedecia sem discutir. Steve considerava qualquer minuto na superfície como bem-vindas férias. Harmon, mal-humorado e casmurro, considerava uma detestável perda de tempo. Ou, ao menos, era o que Steve pensava... Porque um dia, sem qualquer aviso, Harmon tinha solicitado uma audiência com sua mãe, a Rainha, para informar que ele e seu Guardião prestariam exames de ingresso para a Escola Avançada de Champ-Bleux.
Apesar da treinada cara de nada que precisava usar dentro do Palácio, Steve quase não conseguiu esconder a estupefação. Exames para Champ-Bleux?! A possibilidade de, por dez anos, viver mais na superfície do que no Palácio de Sarad?! Harmon, que abominava a superfície, optando por viver dez anos lá?! Tinha entendido direito?!
A Rainha manteve a postura sarad e não demonstrou espanto ou descontentamento. Sentada em seu trono negro, Laira de Sarad havia respondido ao filho:
– Champ-Bleux implica em dez anos de vínculo com a superfície.
– Estou ciente.
– Seu Guardião deve permanecer ao seu lado. Ambos precisam ser aprovados.
– Se apenas um for aprovado, solicitarei a Moolna um acidente que encerre nossas identidades superficianas. Desta forma, desaparece a obrigatoriedade de frequentar o curso.
Aí sim, Steve precisou se controlar DE VERDADE para não demonstrar sentimento algum – tipo uma fúria homicida, por exemplo. Então era essa a jogada, é?! Fazer exames para Champ-Bleux, não passar e usar isso como pretexto para encerrar nossas identidades superficianas, isto é, se afastar da doutora Breterech e da vida que tinham junto a ela?! Porque até nas Linhagens do Império era bem sabido que, ao fazer os exames para Champ-Bleux, os candidatos concordavam com a regra do passou, é obrigado a fazer o curso!
– Esta é sua decisão, príncipe de Sarad?
– Com a permissão da Linhagem, esta é minha decisão, Rainha de Sarad.
Laira de Sarad assentiu com um gesto quase imperceptível de cabeça. A permissão era concedida. Harmon agradeceu com um gesto menor ainda e, com seu Guardião, retirou-se do Salão dos Tronos. Em seu gabinete de trabalho, sozinho com Steve, Harmon determinou ao Guardião que incluísse os necessários horários de estudo na programação diária de ambos. De braços cruzados, os olhos intensamente verdes transformados em pura raiva, Steve havia interrogado:
– Para quê? Para entrar em Champ-Bleux ou para cair fora da casa da doutora?!
Harmon havia apenas encarado seu enfurecido Guardião.
– Preciso saber seu verdadeiro objetivo para fazer a programação mais conveniente, príncipe de Sarad!
– Exato, Guardião: príncipe de Sarad. Se o objetivo do príncipe de Sarad é entrar na Escola Avançada de Champ-Bleux, ele informa à Linhagem que fará os exames de admissão. Se o objetivo do príncipe de Sarad é não retornar à casa da doutora Breterech, ele informa à Linhagem que não retornará a este local.
– Quer dizer que quer MESMO entrar em Champ-Bleux?! Mas você não aguenta a superfície, vira um porre completo quando estamos lá! E se não tiver psicoaptidão?! Quer dizer, e se um de nós não tiver psicoaptidão, como vai ser?!
– Então solicitarei a Moolna que mate as identidades superficianas de Harmon e Steve Breterech, uma vez que as leis sarads impedem que eu e você sejamos separados. Isso realmente nos afastará da casa da doutora, mas não da pessoa dela. Considerando a facilidade com que os Lordes de Moolna forjaram essas identidades, acredito que não terão dificuldades em forjar outras igualmente convincentes.
– Mas eu pensei que...!
– É mais conveniente, Guardião, pensar no que avisei sobre o uso de expressões superficianas tais como porre em Sarad. Também sugiro que pense no que avisei sobre dirigir tais expressões a mim.
– Tem minhas desculpas, senhor!
– Apresente-as no salão principal de treinamentos, em três horas.
O príncipe sarad ficava com a mão realmente pesada quando se irritava e, se havia uma coisa que irritava Harmon de Sarad, era ter seu Guardião se comportando no Palácio como se estivessem na superfície. O Guardião havia tomado uma surra memorável do seu príncipe, naquele treinamento. Mas, excepcionalmente, não se importara de perder. Champ-Bleux! Harmon estava realmente pensando em ir para Champ-Bleux! Não que tivesse acreditado que aquele sarad cabeça-dura conseguisse passar. Não podia haver nada menos científico no mundo do que Harmon de Sarad; então, como poderia haver psicoaptidão científica dentro dele?! Mas, para seu pasmo, havia. Harmon tinha sido aprovado, Steve também e, em pouco tempo, estariam iniciando os estudos na mais famosa Escola Avançada da Terra. Inacreditável!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

QUOTE

Este é o início do conto que estará na Amazon até o final do mês. A gravura é um pedacinho da capa.
Como estou realmente generosa hoje, DIVIRTAM-SE!




O Sol surgia numa festa de luzes, transformando as distantes montanhas em um caleidoscópio de cores. Muito azul, o céu fazia contraponto com a planície recém-lavrada que se estendia por quilômetros, com cheiro de terra forte e revirada.
A estrada cortava a paisagem numa reta sem fim, sem falhas ou defeitos. E, para completar sua perfeição, estava completamente deserta.
Era um indiscutível convite à velocidade.
O motociclista avaliou sua possante moto, a tentadora reta, a tranquilidade oferecida pela visão ampla para ambos os lados. Avaliou seu equipamento de segurança (macacão com seus jamais utilizados airbags, joelheiras, cotoveleiras, capacete de última geração) tão impecável quanto a própria estrada e, num toque distraído e automático, conferiu se os documentos estavam no bolso habitual do macacão. Estavam. Entre esses documentos, encontrava-se a ambicionada habilitação especial para alta velocidade, que raros jovens de sua idade possuíam. Ou seja, ele tinha até permissão oficial para acelerar o tanto quanto desejasse na tentação que se estendia à sua frente.
Com um sorriso torto nada condizente com a extrema beleza da manhã, o rapaz baixou a viseira do capacete e deu partida na moto, acelerando até uma velocidade pouco mais do que moderada. Não estava a fim de conversas. Na verdade, não estava NADA a fim de conversas, e disparar como um raio pela estrada deserta o obrigaria a parar lá na frente, para a fiscalização conferir seus documentos. Na última vez, haviam verificado cada documento seis – SEIS! – vezes. Não satisfeitos, haviam feito contato com a central e checado tudo mais duas vezes. Aparentemente, apenas velhotes repletos de juízo estavam aptos a receber uma habilitação para alta velocidade. Steve Breterech estava muito longe do primeiro requisito – velhote – e a uma distância variável do segundo – repleto de juízo.
Havia tirado sua habilitação básica ao completar quinze anos, a idade mínima. A habilitação para alta velocidade viera também depois do prazo mínimo de um ano e meio – e de repetir os exames por módicas sete vezes. Não que não tivesse passado exemplarmente no primeiro exame. Tinha passado, é claro. O problema é que os examinadores não se convenciam de que o moleque de dezessete anos era REALMENTE capaz de ser aprovado em um exame tão difícil.
E que moleque era aquele! Um metro e oitenta e seis de músculos, tendões, ossos e reflexos treinados desde a infância para o combate, tudo isso acompanhado por um rosto perfeito que fazia as garotas olharem, e olharem, e continuarem olhando, e virarem a cabeça para continuarem olhando de boca aberta até darem de cara na parede mais próxima. Ele estava muito acostumado ao som de gente se esborrachando em paredes às suas costas. Nem virava mais para olhar. E, se eventualmente virasse e então sorrisse, a garota (ou garotas) continuariam paralisadas, sem saber o que olhar primeiro: o sorriso cativante e sedutor ou os olhos tão claros que pareciam sempre chispar com luz própria. Cor dos olhos? Azuis, se ele estivesse de bom humor. Verdes, se estivesse irritado. Cinzentos e tranquilos, se ele estivesse em completa paz com o mundo. Cabelos escuros, sobrancelhas tão corretas que pareciam ter recebido cuidados especializados (o último incauto a emitir essa infeliz opinião ainda estava procurando seus dentes) e, se tudo isso não bastasse, o jovem tinha um charme, uma presença, um carisma, um algo mais impossível de definir.
Mas Steve Breterech era muito mais do que sua aparência extremamente incomum.
Na superfície, era um órfão adotado pela doutora Mada Breterech, uma das mais brilhantes cientistas da Terra. Há alguns meses, o jovem tinha feito os exames de ingresso para a Escola Avançada de Champ-Bleux, obtendo uma de suas cobiçadas duzentas e cinquenta vagas. Ou seja, o cérebro de Steve era tão bem cuidado quanto seu físico, e ele passaria boa parte dos próximos dez anos em Champ-Bleux, estudando Ciência superficiana convencional na melhor Escola Avançada do planeta. 
No Império Atlante, também era órfão, mas seu nome era Steve de Radamashi. Menino ainda, havia sido escolhido pelos Lordes de Moolna para ser o Guardião de Sarad – o encarregado de proteger com sua vida a vida de Harmon, o príncipe herdeiro do Palácio de Sarad. Os sarads eram os guerreiros do Império; Harmon, como seu príncipe, tinha o dever de ser o melhor guerreiro do Palácio. E Harmon sempre cumpria seus deveres. Sempre! Com rigidez e formalidade, todas as normas eram respeitadas, todas as tradições eram seguidas, todos os deveres eram honrados. Se era seu dever ser o melhor guerreiro de Sarad, Harmon treinara e aprendera até se tornar este guerreiro. Se era dever de Steve ser um guerreiro tão bom quanto seu príncipe para ser capaz de protegê-lo com eficiência, Harmon exigia que Steve fosse este guerreiro. Agora ninguém, em Sarad, sabia quem era o melhor: príncipe ou Guardião. O que todo o sarad sabia, com absoluta certeza, é que ambos possuíam força, velocidade e técnica admiráveis. Eram temíveis durante treinamentos e impiedosamente mortais em combate.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

E vamos nós com mais resenhas e mais Swan no Wattpad!

Capa aquarelada de Cisne. Uma brincadeira da filha que acho linda!

Cisne ganhou duas novas resenhas. A primeira foi da Mayla, do blog Meu Livro meu Tudo (link). Avaliação 5/5, favorito! :D
Frase que mais gostei na resenha:
"Com certeza uma ficção científica de tirar o fôlego, podem investir na leitura, vale a pena essas 832 páginas, e uma dica não se intimidem com ela, as páginas passam voando..."
A resenha já tem vários comentários; entre eles, vários criticando a capa (capa de Cisne: ame-a ou odeie-a!). Estou realmente curiosa para saber a opinião de vocês sobre a nova versão da capa que, oportunamente, surgirá na Amazon! Como já disse outras vezes, a colorista encarregada é minha filha, e agora, com um netinho de dois meses, ela está compreensivelmente sem tempo... Mas a vez da capa de Cisne vai chegar!

A segunda resenha, novinha em folha, postada hoje, foi da Amanda Caroline, do blog Amanda's Tale (link). Avaliação 4/5. 
Frase que mais gostei na resenha:
"O livro é fantástico, a autora criou um mundo ficcional e um mundo real de uma forma fascinante. O livro é bem grande, mas durante a leitura você nem percebe que o livro é grande, você até sente falta de mais... Querendo saber o que virá pela frente."
Em sua resenha, a Amanda especula bastante sobre os prováveis pares românticos (é, Cisne não tem mesmo muito romance, concordo!) e, como já disse a ela, as especulações estão erradas, kkkk! Eu não seria tão óbvia. Pergunte só a quem já leu Linhagens, Amanda! Em Linhagens já tem o tão esperado romance, ansiosamente aguardado por todas as casamenteiras de plantão. É um romance um tanto atípico, digamos, mas é romance, ok?

Novidades gerais: Linhagens segue sendo revisado para ir para a Amazon; a capa do conto está quase pronta, e o conto também; tem mais um pedacinho de Swan no Wattpad (link). Srs. fãs que leem em inglês, por favor, me digam qual a opinião de vocês sobre a tradução!

Ah, não falei a vocês sobre o conto ainda...? Talvez amanhã eu tenha novidades! Talvez até um quotezinho...


domingo, 19 de janeiro de 2014

Mochila Literária - meu TOP pessoal de alegrias!

A gente vai num evento cheio de gente legal já animada porque vai encontrar gente legal. Aí, encontra MESMO um monte de gente legal já conhecida, e conhece um monte de gente legal nova. 

E, no meio de todos estes "legais", aparecem aquelas coisas que não têm preço! 







1. A Flávia Calil trouxe seu Cisne só para ser autografado. Me senti, bom... top!









2. O Wladimir Liaffa Tiellet veio buscar seu Linhagens, como havíamos combinado por e-mail. Para minha surpresa, ele é professor de Física, leu Cisne e, depois da leitura, ele e um aluno discutiram a plausibilidade de naves com um tripulante só! Querem coisa melhor pra uma escritora?!

3. E, pra completar, o que escuto do simpaticíssimo Sidney Stantborg, no que foi prontamente apoiado pelo querido Edson Gomes? "Eleonor, como você está bonita. Emagreceu!"  Sabem assim, pessoa dando pulinhos de contente?! Pois é. Sou eu! Vocês não têm nem ideia de como é bom ouvir isso! :D  :D  :D  

EU ADORO ESSES MENINOS!!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Vocês querem me deixar doida? Mais do que eu já sou?!


Seguindo com o que falei no post de ontem, o objetivo, hoje, é falar de Cisne e Linhagens. Estava feliz da vida por ter novas resenhas para colocar aqui, dos dois livros! Aí resolvi dar uma passadinha básica nas resenhas do Skoob... E tomei um susto! Tinha um monte de resenhas novas, que eu não tinha visto! A primeira da lista é a da Michele, blog Lost Girly Girl (link), mas essa (ufa!) foi apenas postada com atraso no Skoob. Já constava da minha lista. Logo abaixo, resenha da Gabrielle, blog ABCD dos Livros (link), do dia 18 de dezembro. E eu só vi agora! Terceira resenha do Skoob: Tamires, blog Garota Indecisa (link), postada no dia 10 de dezembro. Também só vi agora. Quarta resenha do Skoob: Karen, blog Palavras Digitadas (link), postada no dia 11 de dezembro. E eu não tinha visto também! A resenha seguinte é a do Marcos, blog Desbravadores de Livros, que felizmente já estava na lista de resenhas de Cisne lá no blog.

Pessoal, por favor, eu sou bem atrapalhada! Me mandem os links das resenhas. E, se me mandarem e a resenha não aparecer na lista do blog, me puxem as orelhas sem cerimônias!

Encerrando, as três resenhas que seriam as oficiais do dia:
Blog O Dom da Escrita, por Letícia Chagas - resenha de Cisne (link) no dia 6 de janeiro; blog Mãe, Tô Escrevendo, por Letícia Venerando, resenha de Cisne (link) em 15 de janeiro; blog Own Mine, por Déia Galvão, resenha de Linhagens (link) no dia 16 de janeiro. Curiosidade sobre a resenha da Déia: ela avisa sobre spoilers de Cisne, e nisto está correta. E fala um monte sobre Linhagens, em algo que, para quem não conhece o livro, pode até parecer spoiler. Mas garanto, o livro tem tanta estória que isso não pode nem ser considerado spoiler, rsrs! A Déia não conta nada realmente importante!


Frases preferidas de cada resenha: 

- Resenha da Gabriella:
"Ele é, de todos os livros que eu já li, o mais diferente. Nunca tinha lido um livro tão inteligente e esse com certeza vai ficar marcado assim em mim [...] Preparados para ler? Então sejam todos bem vindos ao Cisne, um lar que vai fazer você ver o mundo de uma outra maneira!"

Resenha da Tamires:
"Resumindo, este é aquele livro que seu sobrinho, neto, irmã, primo, prima, vizinho (aproveitem as férias) vão amar!
Se eu estivesse com meus 15 anos novamente e fosse a biblioteca toda a semana como eu ia, e visse este livro com certeza eu iria agarrar sem dó."

Resenha da Karen:
"A forma com que algumas dúvidas são respondidas nos deixam bobos. Eu adorei a escrita da Eleonor, ela é bem próxima de nós, mas se trata de um livro inteligente e uma autora chegada em Star Trek, então ligar pontinhos é parte do nosso trabalho algumas vezes."

Resenha da Jéssica:
"A autora seguiu elo mesmo caminho que vários autores renomados seguiram, criando uma história com um grande número de personagens, e tenho que afirmar que a autora fez isso com sucesso. A história não se tornou confusa, quem é quem, qual a sua importância, nada disso, os personagens são muito bem construídos e simpáticos, cada um a sua maneira."

Resenha da Letícia Chagas:
"Me impressionei muito com o livro. Muito, muito mesmo. Nunca imaginei que eu pudesse gostar tanto. O livro é grande, tem 832 páginas, mas cada página é estritamente necessária."

Resenha da Letícia Venerando:
"... ao chegar na página 200 eu comecei a tentar imaginar o que se passava pela cabeça da autora, como tanta coisa diferente de certa forma interligada poderia passar pela cabeça de uma única pessoa. Infelizmente eu não consigo explicar esse feito, mas a escrita da Eleonor é esplêndida, é rica em detalhes e cheia de coisas novas a se descobrir, de certa forma as vezes é cômica, outras bem leve e na maior parte das vezes é pesada e curiosa ao mesmo tempo..."

Resenha da Déia:
"Linhagens é uma continuação de tirar o fôlego. Os capítulos terminavam e eu já estava lendo o próximo, super curiosa para saber o que iria acontecer. O livro tem muita fantasia, ficção científica, ação e tem até romance!"

1. Espero ter colocado cada link no seu lugar
2. Se alguém souber como faz pra deixar as palavras linkadas com a cor que a gente escolhe, me diga, por favor!!!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Comentando mais três livros


Como eu disse ontem, há mais três livros para serem comentados hoje. São eles:

1. Os Dragões de Titânia - A Queda de César - Renato Rodrigues, Editora Linhas Tortas, 267 páginas.
A Queda de César é o segundo volume de Os Dragões de Titânia. O primeiro (A Batalha de Argos) havia me cativado completamente. O segundo seguiu me encantando! Temos os mesmos personagens do primeiro livro acrescidos de novos amigos e/ou inimigos. É aquela sensação boa de reencontrar velhos conhecidos! Não há como escolher um personagem entre os muitos de Renato, cada um deles construído com capricho. Mas a verdade é que tenho meu preferido: Khosta, o mago. Ele é muito... gente? Muito real? Sei lá. Gosto dele.
 Não vou falar do enredo em si; é um tal de corre pra cá pra salvar um amigo, corre pra lá pra salvar a pele, corre todo mundo pra salvar o Imperador... Gente, nenhum personagem consegue ficar obeso nesta história, de tanto que correm. As surpresas se multiplicam, as reviravoltas às vezes me faziam voltar algumas páginas para conferir se eu tinha perdido alguma coisa ou se os personagens é que estavam de novo fazendo algo totalmente inesperado.
Para quem gosta de magia, aventura, bravura, amizade e lealdade, Dragões de Titânia é um prato cheio de diversão. 
Aviso: pegue o livro apenas se tiver tempo disponível, porque não vai conseguir largar na metade!
Ah, sim: troféu meapaixoneipelacapa ficou com ela!

2. Híbrida - Neblina e Escuridão - Mari Scotti, Editora Novo Século, 359 páginas.
"Por toda a vida, Ellene teve a sensação de ser diferente de seus irmãos e dos moradores de sua vila, pois não adquiriu características de lobisomem como era esperado" - esse é o início da sinopse nada convencional do livro de Mari Scott. Confesso que iniciei a leitura um tanto receosa. Costumo gostar mais das fantasias menos sangrentas, se é que me entendem, e lobisomens sempre significam baldes de sangue pingando do livro. Mas fui lendo. E me envolvendo na história. Os lobisomens não eram bem como os que eu conhecia. De repente, surgiram vampiros. Também não eram como eu conhecia. E a Ellene envolvida com os dois grupos, e eu cada vez mais curiosa para saber como tudo aquilo ia se resolver... Resumindo: mesmo que você, como eu, não seja fã de vampiros e lobisomens, pode ir fundo no livro da Mari. Não vai se arrepender!
Troféu bandida sacana: Heidy, disparado. É a maior peste que encontrei nos muitos livros que tenho lido ultimamente. Ô criaturinha que só tem objetivos - e o mundo que arrede da frente!

3. Terra, Prata e Lua Cheia (O Legado Folclórico, volume II) - Felipe Castilho, Editora Gutenberg, 270 páginas.
E ainda há quem diga que não existem verdadeiras novidades entre os autores brasileiros. Quem diz isso, com certeza não conhece os livros de Felipe Castilho! 
Felipe pegou um garoto de 12 anos, Anderson, e o transformou em seu protagonista. Como tantos garotos de sua idade, Anderson é fã de jogos online. Mas, ao contrário da maioria, no mundo dos games Anderson é uma celebridade, é líder do seu grupo (guilda? Não tenho certeza, rsrs). Querem garoto mais tecnológico e mais voltado para o mundo virtual? Penso que não. Bem, esse garoto é convocado por uma ONG ambientalista que está tentando deter um grande empresário sem escrúpulos. Certo. Até aí, tudo bem. Mas na ONG tem Saci, Caipora, sereia, boto, uma capivara que pensa que é cachorro e uma arara que pensa que é gente, e, vejam só, tem até gente de verdade também! Esse mix funciona? Gente, funciona. E como! O primeiro livro, Ouro, Fogo e Megabytes, foi uma leitura fantástica, que me prendeu do início ao fim. Quando iniciei o segundo volume, já sabia o que ia acontecer: eu não ia largar até terminar! E não deu outra. Agora, em vez de combater uma gigantesca serpente de fogo, Anderson e sua turma estão envolvidos em jogos e disputas de habilidade em uma ilha mágica chamada Anistia. Tudo foge do controle quando o vilão interfere, e Anderson (e muitos outros) passam a tentar defender suas vidas, ao invés de simplesmente vencer um jogo. Amizade, revelações, inimigos perigosos... Mãe D'Água... Lobisomens... O Grande Caipora... É o nosso folclore surgindo em toda a sua riqueza, deixando sempre o gostinho de quero mais. Porque a história continua. Ainda bem! 

Bom, acho que amanhã vou falar de Cisne e Linhagens, pra variar, rsrs!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Novidades + entrando num Desafio!

Cisne regularizado na Amazon  \o/ 
Recebi esta tarde o ok do suporte técnico. O índice está funcionando direitinho!

Linhagens revisado até o capítulo 6, padrão Amazon  \o/

Conto empacado faz TRÊS MISERÁVEIS DIAS na parte mais legal  \o/
Ia dizer que vou matar um personagem, mas não é uma boa ideia. O protagonista é um sarad (guerreiro mental do Império Atlante) e sarads são bons de briga. Melhor eu não começar nenhuma.

Swan - capítulo 04 - Princesses and Pirates em revisão para estar pronto para o Wattpad no dia 20  \o/

Não satisfeita com isso, me encantei com o Desafio Literário (link) do blog Acordei com vontade de ler, da Carol Durães. Gostei tanto que sugeri uma categoria nova lá no Desafio, e a Carol gostou da ideia!

Então, vamos lá. São livros que li no final do ano passado, e que ainda não foram comentados aqui no blog. Vou fazer um comentário sobre cada um, mas não vou fazer resenha, ok? Essa é a foto da turma toda, claro que com Cisne e Linhagens junto. Afinal, eles são os anfitriões. Hoje vou comentar três livros e amanhã, mais três.



















1. A Princesa dos Olhos de Gato - Gislene Vieira de Lima - Editora Modo, 255 páginas. 
Adoro gatos. Adoro olhos (os espelhos da alma). Adoro princesas. Desde a primeira vez que vi o título, decidi que precisava ler este livro. Acabei por comprá-lo na Bienal, direto com a autora. Está lindamente autografado, e ainda tirei foto com a autora e com a Lígia Colares, devidamente fardada de princesa de olhos de gato! É claro que, agora, não tem jeito de eu achar essa foto. Se tiver, Lígia, me manda!
Mas vamos ao livro. Temos um reino com seu rei; temos Loaine, a princesa amaldiçoada com estranhos e assustadores olhos de gato; temos um mago e seu aprendiz; temos um príncipe herdeiro desaparecido e a decisão da princesa de, qualquer que seja o preço, quebrar a maldição que pesa sobre ela e, ao mesmo tempo, trazer seu irmão de volta. Ou seja, há todos os ingredientes de uma boa fantasia. Os personagens são bem construídos, convincentes. Os problemas do reino, idem. Não é uma estória solta; os problemas da princesa se relacionam aos problemas do seu reino, e ao desejo de ajudar seu pai. Loiane vai partir na busca de uma solução para seus problemas e os problemas do reino, auxiliada pelo aprendiz de mago. Perigos, aventuras, magia... De tudo na medida adequada, em uma narrativa que muito me agradou. Parecia mais um bom livro, um bom entretenimento. Até que cheguei ao final. E então... O.O Sabe assim, tapete puxado debaixo dos pés do leitor? Como, para mim, os finais justificam as estórias, A Princesa dos Olhos de Gato se tornou um dos meus favoritos. Gislene soube terminar sua estória de um modo magistral e surpreendente!

2. Os Mistérios de Warthia - A Profecia de Mídria - Denise Flaibam, Editora Novo Século, 386 páginas.
Outro livro sobre o qual estava curiosíssima. Começamos do habitual: personagem principal (Serafine) vivendo em uma pequena e paradisíaca vila afastada, sem saber sobre sua origem e por qual motivo seu corpo é coberto de estranhas marcas. Continuamos também no habitual: de repente, o mundo da garota vira de pernas para o ar e ela precisa fugir para salvar sua vida. E é então que começamos a realmente conhecer Warthia, o mundo extremamente bem elaborado de Denise. Fala sério, Denise: pra se achar nisto tudo, você escreve cercada de mapas, não é? São aventuras,  seres mágicos, situações incríveis, reviravoltas e surpresas a todo o momento. Eu não vou dar detalhes, descubra você mesmo. O que tenho a dizer é: a leitura prende. É o tipo do livro em que a gente vai ler só mais uma página para matar a curiosidade, e acaba lendo o capítulo todo. E, quando livro termina, fica aquele gostinho de quero mais e, principalmente, o grito de "Denise, cadê o próximo?!" Porque a estória de Serafine está a recém começando. Ela ainda tem muito a conhecer sobre si mesma, e muitos desafios a vencer. Ah, sim, detalhe: é um livro muito rico e cheio de informações, ou seja, já sei que vou precisar reler o volume um antes de pegar o volume dois. Mas isso não me deixa menos ansiosa!

3. Só gosto de cara errado - Laura Conrado, Editora Novo Século, 166 páginas.
Eu li de curiosa. Tinha lido Freud, me tira dessa!, da Laura, e adorei. Isso me levou ao Só gosto de cara errado, que eu já sabia se tratar de uma estória adolescente. Caso eu não soubesse, a capa lindamente cor de rosa teria me avisado, rsrs! A estória é contada por Priscila, a protagonista. Suas dúvidas, confusões e trapalhadas são bastante típicas da idade, e é interessante ver sua evolução e a evolução de seus valores no decorrer do livro. Como é um livro pequeno, li de uma vez só. Gostei. Laura escreve muito bem, e tenho certeza de que logo será um grande sucesso entre os teen, a quem o livro é dirigido!


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Novidade pequenininha

Esperava ter duas novidades para hoje, sendo que a primeira seria "uhu, Cisne certinho na Amazon agora!". Fiquei até tarde ontem arrumando o tal índice linkado bem como eles pedem no manual, fazendo passo a passo com todo o cuidado. Mandei o arquivo novo hoje de manhã e veio uma primeira mensagem dizendo que estava ok. Hoje de noite, outra mensagem: continua com algum problema no índice... Mandei um e-mail pra assistência deles perguntando o que fazer. Vamos ver o que volta de resposta.

A outra novidade é mais um capítulo de Swan no Wattpad. O tradutor está fazendo um trabalho excelente e meu TOC literário está fazendo tudo o que sabe pra surtar em inglês também. Estou tentando domar o tinhoso! O capítulo é o 03. JEAN - link.

Ah, estão vendo esta linda decoração aí abaixo? É a minha, aqui de casa. E, apesar do Dia de Reis já ter passado, ainda me espera para voltar para suas caixas... Dois dias de guarda-guarda que não posso mais adiar. Serviço não termina?






segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Assuntos de livros

Post só pra manter todo mundo atualizado nos assuntos de Uma geração. Todas as decisões.; a novidade mais interessante no final, é claro.

1. Estarei no Rio de Janeiro no sábado, na Estação das Letras, com o pessoal do Mochila Literária. Lá, apenas Linhagens estará disponível para venda (ao menos eu espero que ele consiga vencer a burocracia e chegar lá). Cisne, como está oficialmente esgotado na editora Dracaena, não pode mais ser vendido em livrarias. Os exemplares ainda disponíveis são os meus, e só.

2. Estou iniciando a preparação de Linhagens para a Amazon. Isso implica em revisão de texto (sim, sempre acho mais uma coisinha para ajustar e aperfeiçoar), revisão de diagramação e, no final, arrumar tudo no padrão Amazon. Não é complicado, mas toma tempo.

3. Ainda sobre Amazon, recebi um aviso hoje de que o índice de Cisne está com problemas, preciso revisar o arquivo e blablablá. Repetindo, nada complicado, mas toma teeeempo.

4. NOVIDADE MAIS INTERESSANTE: há um conto em andamento, que já está 70% pronto. Assim que estiver finalizado, aterrissa direto na Amazon. Seu foco é Steve Breterech, um dos futuros colegas dos Melbourne na Escola Avançada de Champ-Bleux. A capa já está em andamento e, como todas as capas dos meus livros, tem o péssimo hábito de só poder ser realmente entendida depois da leitura. O que eu pedi ao desenhista para a capa, que ele executou fielmente? Um motociclista aparecendo em uma bola de cristal, com uma coroa por cima da bola de cristal. O que coroas, motociclistas e, principalmente, bolas de cristal têm a ver com a estória? Ah, tudo. Podem crer que tudo, rsrs!






Aí ao lado, a arte da capa com uma parte da cor já feita. O que acham?


domingo, 12 de janeiro de 2014

Post doméstico

Dia de fotografar algumas flores da casa. Afinal, é domingo, puxa!

1. Orquídea maluca que dá flores para baixo. Como se isso não fosse pitoresco o suficiente, as flores têm perfume intenso de chocolate branco. Todo o povo aqui em casa só pensa em chocolate nos últimos dias. Culpa da planta.















2. Árvore nativa chamada camboim. Parece coberta de neve, mas são pequenas flores brancas com cheirinho parecido com cânfora. As abelhas adoram e a árvore zumbe enlouquecidamente durante o dia. 






Sim, meu jardim está muito perfumado!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Dream Cast - Linhagens - Blog Temporal dos Sonhos


Adoro Dream Cast!

Quem escreve, imagina seus personagens de uma forma. Quem lê, de outra. É fantástico vê-los pelos olhos de outra pessoa e notar esta ou aquela semelhança com o que imaginei!

O dream cast acima foi feito pela Rafa, do Blog Temporal de Sonhos. Não é o primeiro dream cast da Rafa. Ela fez um maravilhoso para Cisne. Este, agora, é de Linhagens! Rafa, adorei. Giles ficou perfeito, tua Eris é a cara exata da "minha" Eris! E o Peter também ficou ótimo, só não consigo imaginar este fofo sendo tão marrento quanto Peter que, de tão furioso, acabou apelidado de Apocalipse!


Confira na íntegra e com detalhes no Blog Temporal dos Sonhos:




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Respondendo...!

Respondendo a esta solicitação:


Kkkk, adorei, Yume! :D

Um quote de Talismãs, o terceiro livro. É um pedacinho do capítulo 12 - BALEIAS!


– Doris, nós não podemos fazer mais NADA!
Ela encarou o marido com firmeza.
– Pare de gritar comigo só porque eu não concordo com sua avaliação. E acalme-se. Se você está certo e não podemos mais fazer nada, então não podemos, paciência.
– Desculpe. Eu não pretendia gritar!
Henry abraçou forte a esposa, completando:
– Eu estava tão certo de poder ajudar aqueles garotos!
– Estamos fora do nosso mundo e da nossa Casa. De qualquer forma, suponho que ainda há uma chance.
– Mas, querida, não faz diferença se o elo se reforçou em Krilin ou logo depois!
– Deixe Paul e Olana terminarem as projeções que pedi.
– Doris, isto é só uma última esperança doida que você encontrou! Ah, o que mais falta acontecer?!
Doris não conseguiu pensar em nada.
De repente, sentiu Henry apertá-la mais forte, murmurando:
– O que eu tinha que perguntar!!
– Que foi, Henry?
– Vire... Olhe!
O mar estava repleto de esguichos de baleias. Seus dorsos eram cinzentos, pintalgados de marrom, e brilhavam como metal polido.
Depois de sete anos de tentativas, o Cisne havia afinal conseguido interceptar a migração das baleias-de-ferro, vistas pela última vez há dezesseis anos e tidas como extintas.
– Ai, não! – murmurou Doris.
– Eu ainda vou largar este mundinho infernal! Isto aqui não é asilo de raças, é a sede de uma conspiração interplanetária! Vamos acordar logo nossa tripulação!
***
A tripulação literalmente voou das camas ao ouvir falar em baleias-de-ferro.
– Baleias do quê? – perguntou Jean, espantado.
– Ferro, cara, baleias-de-ferro! – exclamou Ted, animadíssimo. – Foi por causa delas que papai e mamãe escolheram esta rota, e estão insistindo nela faz sete anos! Todo mundo pensava que elas estavam extintas! Faz mais de quinze anos que viram a última, e não foi oficial! Papai determinou este arquipélago como passagem provável da migração delas, todo ano voltamos aqui, e até que enfim encontramos! Elas ainda existem e estão aqui pertinho, cara! Aí fora, logo aí fora! Prontas para serem documentadas!!!
– Acho que não alcancei a profundidade do acontecimento! – retrucou Jean, mas estava falando sozinho. Ted tinha saído na correria.
O Cisne se encheu de atividade. A única exceção era Peggy, que continuava adormecida. Segundo Doris, ela tivera uma péssima noite e precisava descansar. Devia dormir até o meio-dia, provavelmente.
Henry também se lembrou de ligar para Fabrin, num horário em que esperava que o outro já tivesse acordado. Tirou-o da cama, e explicou suas baleias.
– O convite está de pé, é claro, desde que vocês esqueçam férias e banhos de Sol, e venham dispostos a calibrar equipamento, realizar medições, programar computadores e dormir muito pouco!
– Ora, é bem isto que faço em todas as minhas folgas...
Henry riu e perguntou se vinham ou não vinham.
– Eu, pelo menos, vou. Quero ver suas baleias extintas!
– Certo. Daqui a pouco chega condução para vocês! Tchau!
Desligou e Fabrin não conseguiu nem perguntar que condução seria. Bocejou, sorriu, e foi procurar no sistema que baleias eram aquelas. Quando Ric e Anna acordaram, ele os informou das novidades. Os dois continuaram querendo ir para o Cisne. Ricardo, aliás, se interessou muito pelas baleias.
– Nunca tinha ouvido falar em baleias destas, pai – disse Anna.
– Precisa procurar na lista das espécies extintas – explicou o doutor Tanlai. – Por isto Henry estava tão agitado. A última aparição oficial delas foi há mais de cinquenta anos, e eram apenas três exemplares. Depois disto, houve comunicados de aparições isoladas, nenhum confirmado ou documentado. O último foi há dezesseis anos. Foram dadas como oficialmente extintas faz dez anos, e um dos poucos que não concordou foi um certo biólogo que vocês vão conhecer hoje. Henry virou, mexeu, e conseguiu a façanha de colocar uma espécie oficialmente extinta na lista das protegidas contra qualquer tipo de caça.
– O quê?! – exclamou Anna, rindo.
– Nunca duvide do que aquele homem é capaz – disse o doutor Tanlai, rindo também. – Ele aguentou um bocado de gracinhas dos seus colegas biólogos, especialmente quando determinou a rota provável de migração da sua espécie extinta. Agora as baleias estão lá, como ele disse que estariam!
– E o senhor ainda pergunta se queremos ir para este barco?! A que horas vêm nos buscar?!