segunda-feira, 17 de junho de 2013

Resenha: Entre Livros e Afins


Resenha do Bruno, do blog parceiro Entre Livros e Afins. Avaliação 4/5, a resenha completa está aqui.

Início da resenha do Bruno: "Bom, como de praxe nas resenhas do Cisne, todos começam dizendo que se assustaram com o tamanho do livro, e comigo não foi muito diferente." Qualquer hora dessas, quando eu tiver um tempinho sobrando (sonha com isso, Eleonor!), vou fazer uma avaliação e ver quantas resenhas começaram desse jeito. Estou ficando realmente curiosa com os números envolvidos!

E creio que vou desistir de vez da tal "frase que mais gostei" e vou assumir direto "o parágrafo que mais gostei".
" A história do livro é fantástica! Logo no prólogo a Eleonor nos aborda com um "Era uma vez...", que descreve de uma forma super inteligente nossa queria (ou não tão querida) Terra. O mais impressionante é que, desde que comecei a ler o prólogo, tive consciência de que toda aquela descrição se referia a Terra, porém algo ainda me deixava na dúvida, encabulado. E no fim da página a dúvida cessou. A descrição tratava realmente da Terra."

O prólogo que, no Cisne, toma o nome de Era uma vez..., é bem especial para mim. No texto original, ele não existia. Quando o Cisne foi separado do restante da estória e se tornou um livro independente, como que pediu tanto um prólogo quanto uma conclusão. Era uma vez... é um texto curto, mas foi intensamente trabalhado. Ele é como uma pedra bruta que foi lapidada, polida e aperfeiçoada até exibir todo o brilho que merecia. Teve inúmeras versões e correções até se tornar o que é hoje. A conclusão, ou seja, o último capítulo, também não existia. Todas as informações contidas nele seriam apresentadas de outra forma, mais adiante. E, apesar de ser muito maior do que o Era uma vez... , o capítulo Mundo Uno me deu muito menos trabalho, porque Henry e Doris Melbourne simplesmente pegaram minha mão e saíram escrevendo. O capítulo precisou pouquíssimas correções e não teve nenhuma versão - o que foi publicado é praticamente o que escrevi na primeira vez.

Sobre as críticas do Bruno: sim, os capítulos são enormes, pela vez inúmera+2 me desculpem, não pareciam tão grandes no Word, ficaram gigantescos depois de diagramados, os capítulos de Linhagens são bonitinhos e civilizados. Discurso indireto: a partir de agora, teremos travessões depois das falas como manda o figurino. Personagens em excesso: não tem não, acreditem em mim.  Espaço dos personagens no decorrer da estória: sim, em Linhagens teremos personagens que foram vistos rapidamente no Cisne tomando sua verdadeira proporção. Destaque especial aqui para Peter, o Herdeiro de Merine, irmão honorário de Peggy. Todos aqueles dizem que meus personagens são certinhos demais, preparem-se, porque Peter é uma rebelião ambulante.

Finalmente, sobre a "festa" que não aconteceu... A definição ficou ótima, Bruno, mas eu não tinha como colocar a "festa" no Cisne sem torná-lo um gigante MUITO maior do que ele já é!

Pergunta final: o que tua mãe achou do livro?


Um comentário:

  1. Oi Eleonor! Aproveitei sua pergunta final para conversar um pouco mais com minha mãe sobre o que o Cisne, e poder responder devidamente ^^.

    Bem, ela elogiou BASTANTE a história, disse que com certeza vai ler Linhagens, e que quer ver a atuação dos personagens nele. Riu bastante com a pergunta! Achou engraçado alguém pedir a opinião dela pra por no blog... rs'.
    Disse também que gosta do seu modo "família" de escrever. Perguntei o que seria um "modo família", e ela disse que os personagens estão sempre envoltos de seus familiares, e quando não, estão perto de amigos, (Que também são uma forma de família, acrescentou) e que esse contato com a família é algo que faz falta nos dias atuais. Ela leu minha resenha e disse que também esperava que tal "festa" ocorresse no primeiro livro, mas que entendeu que caso ela ocorresse teria muito mais história pra contar.
    E por fim, elogiou-a por ter conseguido fazer com que ela lesse todo o livro com tamanha rapidez! Ressaltando que 500 páginas lidas em mais de um mês foi o recorde dela! ^^

    Acho que eu entendo o tempo levado pra escrever o "Era uma vez...", ele foi MUITO bem lapidado, e foi uma das coisas que impulsionaram ainda mais minha mãe a ler o livro. Ah, caso faça mesmo o levantamento do número de resenhas que começam comentando o tamanho do Cisne, eu serei um dos primeiros a querer ver os números! Eu li bastante resenhas dele e tenho uma ideia da porcentagem...

    Enfim, obrigado pela oportunidade que deu ao meu blog e por confiança em nosso trabalho.

    Abraços. :D

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