quinta-feira, 6 de junho de 2013

Resenha: Endless Poem



Resenha da Sarah, do blog parceiro Endless Poem! Avaliação 5/5, resenha completa aqui. E, no final da resenha, uma linda e fofa campanha. Participem. A autora agradece!

E foi mais uma daquelas resenhas onde não consegui escolher uma frase ou parágrafo preferido... Vão lá ler, e leiam com meus olhos, os olhos da autora de quem ela está falando. Vão entender minha dificuldade!

Acabei escolhendo duas. A primeira fala do livro como um todo:

" Cisne é uma narrativa para impressionar.
Desde a introdução do livro, com menções às decisões que a geração formada, e que seria conhecida no livro, seria capaz de tomar. A história intercala real com imaginário ficcional numa obra estupenda e verossímil. Arrisco-me a afirmar que Cisne, além de uma ficção muito bem estruturada, configura um dos gêneros mais em voga ultimamente, a distopia."

E a segunda faz um comentário muito pertinente sobre Peggy que, como se verá adiante, é a verdadeira protagonista desta estória de muitos personagens. Há quem goste dela, há quem não goste, mas Sarah foi a primeira a ressaltar a principal característica de Peggy:

" De cara, Peggy, filha adotiva dos Melbourne me chamou atenção por ser o tipo de personagem que admiro. Não é porque a menina teve um passado mais triste que fica sentada no canto chorando. Pelo contrário! Peggy é a mais destemida e a mais corajosa de todos.
E também a que guarda mais mistérios durante a trama."

Acredito que a falta de comentários sobre o passado de Peggy se deva, em boa parte, às habituais histórias de vida incrivelmente trágicas dos personagens adolescentes. Comparado com um Harry Potter, que viveu anos debaixo da escada, ou um Percy Jackson, caçado por monstros na rua e com um padrasto insuportável dentro de casa, a vida de Peggy deve parecer realmente simples... Afinal, ela apenas não sabe quem é sua família e não lembra nada antes dos seis anos de idade. Não sofreu nenhum tipo de trauma ou agressão ao conhecer sua nova família, bem ao contrário, foi amada e feliz. Se isso parece um tanto ao contrário dos personagens torturados que aparecem por aí, bom... Opção da autora! Assim como é opção da autora Peggy viver em paz com seu passado (ou com a ausência dele). Quem já leu o Cisne, sabe que Peggy é uma sensitiva muito especial. E, se ela não lembra do passado e mesmo assim está em paz com ele, é porque, de alguma forma, a sensibilidade avisou que não é necessário sofrer por isso. No momento certo, tudo vai se resolver.


4 comentários:

  1. Oi Ele,

    A Sarah é uma fofa! Vou lá comentar a resenha dela!

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  2. Oi Eleonor, estou muito feliz por ter lido Cisne.
    Acredite, todas as minhas palavras não foram suficientes para transcrever como eu gostei!
    Espero que, mais do que nunca, seus livros sejam sucesso e que você continue nos alegrando com suas histórias mágicas!
    Obrigada pela confiança!
    Beijos
    Endless Poem

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  3. Oi Eleonor, tudo bem?
    Tenho visto muito resenhas com este seu livro.
    De tanto ver estou curiosa, pretendo ler em breve.

    Por curiosidade vim conhecer seu cantinho e gostei muito, por isso sigo.
    Te convido a conhecer o meu cantinho. Amo muito ler.

    Beijos
    livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br

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  4. Nunca tinha pensado por esse angulo, mas de fato, por Peggy ser sensitiva talvez seja mais tranquila a respeito daquilo que desconhece (ou melhor, daquilo que não lembra).
    Algo inegável é que ela é muito forte, passar pelo que passou para esquecer do passado e se manter sã, alegre e tão esperta, não é pra todos rs

    www.reticenciando.com

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