domingo, 31 de março de 2013

Resenhando a resenha: Céu de Letras

FELIZ PÁSCOA, PESSOAL!!!
Que o verdadeiro sentido da Páscoa chegue a cada um de nós: renovação, recomeço, esperança de um mundo melhor!



Agora vamos ao resenhando a resenha. No domingo passado, eu estava em Belo Horizonte e não houve post; no domingo anterior, comentei a quinta resenha recebida pelo Cisne. Então hoje, pela conta mais óbvia, deveria ser a sexta. Mas acabei de ver uma resenha novíssima em folha que o Cisne recebeu, fiquei doida de vontade de comentar um monte de coisas sobre ela, resultado: em vez da sexta, vou comentar a última resenha, kkkk! Nada como ser a dona da bola, do time e do campinho...

Vamos lá: a resenha em questão é da Juliana, do blog parceiro Céu de Letras, e foi postada hoje mesmo, dia 31. Avaliação 12345. Resenha completinha aqui.

Primeira frase da resenha:
" Se eu tivesse que descrever o meu sentimento durante a leitura deste livro eu diria somente: curiosíssima! "
 
Última frase da resenha:
" É um livro que eu recomendo muito e não só para crianças e adolescentes... É essencialmente engraçado, mas essa não é a única mensagem, o conteúdo é relevante e muito inteligente."
 
Frase que mais gostei na resenha:
" Enfim, este é um livro que recomendo para todos os públicos, me arrisco até a dizer que, da literatura brasileira contemporânea, este foi um dos melhores livros que já li, principalmente pela história incomum. Parabéns à Eleonor, que conseguiu extrair uma história tão interessante de um tema que pouca gente se interessa. "

E este é o ponto em que sugiro que vocês leiam a resenha da Juliana (o link está lá em cima), para falarmos todos da mesma coisa! 

Gostei do apanhado geral sobre Tarilian, ficou conciso e completo. E daí, quando a Juh começa a falar da família Melbourne, é que a autora aqui começa a rir sozinha, doida de vontade de responder! Olha, Juh, se tem coisa mais casamenteira do que minhas amigas blogueiras, estou pra ver, rsrsrs! Não é a primeira a comentar que Tim e Peggy parecem mais do que amigos e a torcer por um início de namoro. Mas (se a autora der spoiler, é considerado spoiler?!) pode desistir DESTE namoro. Não sai namoro dali

Mais adiante, a Juh fala do controle que os pais exercem na vida dos filhos - ahá, ninguém tinha mencionado até agora, Juh, e é bem importante no enredo! Seu comentário " Acho que esse negócio de entenda você mesmo é chato, mas faz bem " é MUITO mais pertinente do que você imagina! Os filhos se aborrecem porque não recebem explicações, precisam descobrir muita coisa sozinhos. Os pais agem desta forma porque é a melhor forma de cada filho desenvolver plenamente suas potencialidades. Normalmente, no processo, apenas os filhos se surpreendem, mas esta geração - a geração dos jovens personagens - é uma geração diferente, o que vai render muitos sustos para pais, também! Lá pelas tantas, vai ter um pai exasperado garantindo que, " se encontrasse uma lâmpada com um gênio, podia ser um gênio com um pedido só e eu ia saber direitinho o que pedir: para nascer uma geração depois, para os pais dos outros precisarem se preocupar comigo, em vez de eu enlouquecer me preocupando com o que meus filhos fazem! "

E, lá no finzinho da resenha, a Juh diz que se confundiu muito com os nomes parecidos dos gêmeos, mas depois acostumou. Sei que os nomes são parecidos, Juh. São parecidos de propósito porque, conforme vocês se familiarizam com os personagens, os próprios nomes "casados" ajudam a identificar quem é o gêmeo de quem. Teo-Ted são uma dupla fácil de lembrar, assim como Tim-Tom. Além disso, nesta família recheada de gêmeos, nomes "combinando" são tradição muito antiga. Quanto ao Paul, sei que ele parece irritante, mas acredite em mim: ele está se esforçando para fazer o melhor possível! Mas cada um tem seu jeito de tentar fazer o melhor...

Resumindo, Juh, adorei tua resenha! A única coisa com a qual não concordo é sobre o Cisne ser infanto-juvenil. Sempre faço muita questão de dizer que é um livro juvenil, não pelo conteúdo, que não teria problema para criança alguma, mas pela quantidade de informações, que certamente acabariam confundindo cabecinhas muito jovens.

Observação final: o espaçamento maluco entre as linhas é de total responsabilidade do Blogger, que não quer papo a respeito de consertar isso. O que não tem solução, solucionado está; portanto, fica desse jeito hoje... 

 

2 comentários:

  1. Oi Eleonor, realmente não tinha pensado nesse negócio de infanto-juvenil, coloquei o infanto pelo bom humor que as crianças iam adorar, mas não iam entender muitas coisas, né?
    Enfim, que bom que você adorou a resenha, fico muito feliz *-*
    bjs

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    1. Realmente gostei muito da resenha e, quanto ao infanto-juvenil, não é a primeira vez que acontece, rsrs... Mas seria realmente demais para os pequenos!
      Bjs!

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