terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Bug no cérebro = quote de Linhagens


No post do dia 16, coloquei a imagem abaixo,

e disse que muita coisa aconteceria num lugar cheio de verde e dourado. Como meu pobre cérebro continua afetado pela cefaléia enxaqueca dor de cabeça - enfim, dói e atrapalha, vou usufruir do que já escrevi. Vocês, por outro lado, vão usufruir de mais um pedacinho de Linhagens. Este pedacinho em particular descreve o supramencionado lugar verde e dourado: o Vale de Krilin. Espero que gostem. Eu adoro o Vale de Krilin, e ele está bem cotado para ser a capa de Linhagens!

Observação: a imagem acima é da internet, não tem nada a ver com a capa, ok?!

" Objetivamente, em craseal, o idioma nativo do mundo de Tarilian, Krilin era um nome próprio feminino. A palavra também designava uma cor de difícil explicação, cuja descrição mais aproximada seria uma alvorada luminosa e dourada nascendo atrás de folhagem intensamente verde. Havia raríssimos tarilianos com olhos krilin e, para quem nunca tinha visto, era complicado imaginar olhos de cor tão exótica. Mas existiam.

Muito menos objetivamente e fazendo parte dos mitos, krilin era uma lendária planta de flores verde-douradas. De acordo com velhas histórias, das flores verde-douradas havia surgido a palavra krilin para designar a cor, a expressão krilin sempreverde para designar a planta e o nome Vale Dourado de Krilin para denominar o local onde essa planta cresceria. Também de acordo com o mito, apenas Merine e as Casas de Tarilian sabiam a localização secreta do Vale de Krilin.

Os tarilianos convencionais já consideravam Merine um mito. O Vale de Krilin, portanto, era algo ainda mais distante – era uma antiga história de ninar.

Para os jovens herdeiros das Casas, o Vale Dourado de Krilin era um dos lugares mais pitorescos de Tarilian. A excentricidade começava pela própria krilin sempreverde, uma única planta gigantesca que espalhava suas flores verde-douradas pelo vale inteiro. Acima, o vale era bloqueado por uma espessa nuvem, que impedia olhos e mentes de localizarem o lugar. Assim, quando anoitecia, o céu de Krilin era uma nuvem escura cortada por tênues laivos de luz verde-dourada, e as estrelas se mudavam para o solo, porque as flores krilin realmente brilhavam na escuridão, como incontáveis e discretos pirilampos dourados... " 

 

2 comentários:

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