segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Revisão: DUENDES, o primeiro problema!

 


Duendes existem. Moram entre as letrinhas do texto e embaralham tudo quando a gente não está olhando!

Olha a cara do malandro aí do lado. Pura satisfação por um trabalho bem feito!

Gente, isso é brin-ca-dei-ra! Sabe quantas vezes esse original já foi revisado?! Eu revisei tantas vezes que nem sei quantas foram, a revisora revisou, eu revisei de novo antes de mandar para a diagramação. Agora estou com o Cisne na mão, impresso, revisando o texto diagramado e - tcharans!!! - de onde apareceu tanta coisinha errada?! Mágica. Só pode ser! Preposições encantadas que caminham sozinhas para lugares absurdos, acentos-fantasma que desaparecem, palavras que jamais deveriam estar onde estão! Tenho certeza ABSOLUTA que, antes de terminar esse negócio, vou conseguir capturar algum desses duendes moleques. Não é possível ter escapado tanta coisa das revisões anteriores!!


3 comentários:

  1. Ah Eleonor! É complicado mesmo!
    Revisar tem de ser pela manhã (jamais à noite) e bem descansada, mas sabe o maior problema? Está no enredo maravilhoso que nos envolve de certa forma que, temos de voltar pra trás para observar de novo, aposto que até a escritora (a revisora, a crítica, a amiga, a filha) se envolveram a ponto de esquecer das letrinhas!
    Hum... Será que o duende é o rei da narrativa envolvente demais?

    Boa semana!

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  2. Respostas
    1. Te mando a lista das molecagens dos duendes. Sílaba sem acento não é coisa tua nem minha, definitivamente! E eles (os duendes) esconderam a palavra bem lá no finzinho da linha, onde o olho passa voando!

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